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"João Félix, um asno ou um grande jogador? Que Deus proteja o Atl.Madrid"

A iminente transferência do avançado das águias para a capital espanhola está a gerar múltiplas reações nos órgãos de comunicação vizinhos.

"João Félix, um asno ou um grande jogador? Que Deus proteja o Atl.Madrid"

Muito se escreve, muito se diz e muito se lê sobre a iminente transferência de João Félix do Estádio da Luz para o Wanda Metropolitano, numa operação em que quase tudo já foi revelado, faltando apenas o selo da oficialização.

No país vizinho muitos 'torcem o nariz' ao valor que vai ser investido pelo Atlético de Madrid no avançado de 19 anos - 120 milhões de euros -, falando agora que tudo se trata de uma "questão de tempo" para saber se João Félix se tratou de "um investimento rentável" ou de um "desperdício".

Assim o diz Roberto Palomar, conceituado jornalista do diário Marca, que começa por falar um pouco sobre a história recente do Atlético de Madrid para terminar nos dois possíveis desfechos da novela Félix na capital espanhola.

"Embora não pareça, o Atlético de Madrid já leva várias temporadas a incorporar o sistema capitalista, não importa o quanto Simeone o disfarce com frases de livro de auto-ajuda. No Atlético de Madrid,  não se deveria ter vergonha de dizer que o dinheiro é gasto se tu podes pagar e se, por acaso, tu estiveres num círculo privilegiado. A 'equipa do povo' fica muito bem como literatura barata e discurso populista. Mas há muito tempo o Atlético está na liga dos poderosos. Não dos superpoderes, mas dos clubes com possibilidade e crescimento constante. Mantém a cada temporada uma equipa altamente competitiva e uma equipa técnica das mais bem pagas do mundo".

"E no final de cada temporada, as receitas ainda são gastas em salários premium ou contratações de alto calibre. O João Félix é um exemplo claro disso. A operação que será realizada não seria estranha nesse grupo de clubes que pode arcar com o erro sem ter que dar explicações a acionistas e adeptos. Isso coloca o Atlético num nível financeiro muito alto. E se assim for, será porque ele ganhou".

"Só o tempo dirá se os 120 milhões de um recém-chegado à elite são um investimento lucrativo ou um desperdício. Por razões biológicas, João Felix não tem passado. Só tem futuro. Se dentro de 15 anos, ele se despedir do Wanda Metropolitano, com a braçadeira de capitão, a insígnia dourada e os brilhantes do clube, e ainda rodeado por crianças com a camisola do Atlético de Madrid, os 120 milhões terão sido uma pequena mudança. Se, pelo contrário, os dirigentes começam a jogar com a cláusula de rescisão, que sobe e desce em virtude da meteorologia ofertas estranhas serão recebidas da China, operações hilariantes serão realizadas, com cedências de ir e voltar, a coisa tornar-se-á mais arriscada. O passo é arriscado. À engenharia financeira é necessário unir o olfacto futebolístico de quem descobre uma pérola ou sabe que te estão a vender um asno ou um grande jogador. Que Deus proteja o Atlético", escreveu Roberto Palomar.

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