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Carlos Cunha na Damaia com 'A Grande Ressaca'

A comédia 'A Grande Ressaca', protagonizada por Carlos Cunha, abre a programação do Cineteatro D. João V, na Damaia, nos arredores de Lisboa, sala que no ano passado apresentou 54 espetáculos, aos quais assistiram 12.000 espetadores.

Carlos Cunha na Damaia com 'A Grande Ressaca'
Notícias ao Minuto

13:05 - 06/01/18 por Lusa

Cultura Comédia

Os números relativos à atividade artística foram revelados à agência Lusa pelo cineteatro, e mostram uma quebra de 2.000 espetadores relativamente a 2016, que foi acompanhada por uma diminuição dos espetáculos apresentados, 76 em 2016, contra os 54 no ano passado.

O Cineteatro D. João V reabriu a 05 de setembro de 2015, após alguns anos encerrado, e depois de ter sido alvo de uma recuperação arquitetónica, desenvolvida pela Câmara Municipal da Amadora, sob a direção de Raquel Reis, que "permitiu conciliar uma programação de teatro, dança, música e cinema". A sala tem uma lotação de 350 lugares, segundo a mesma fonte.

A comédia 'A Grande Ressaca', protagonizada pelo ator Carlos Cunha, que também encena, sobe à cena no sábado, dia 13, às 21:30, e conta com os desempenhos de Érika Mota, Nuno Pires, Élia Gonzalez e Lígia Ferreira.

Carlos Cunha desempenha o papel de Alberto, um empresário de mariscos congelados que há dez anos perdeu a mulher para Ramiro, um outro empresário com que vende mariscos vivos. Alberto vive angustiado com a perda e nunca deixou de acreditar no regresso da mulher a casa, segundo nota da produção.

Também este mês, na sala da Damaia, no dia 20, sobe à cena o bailado 'O Quebra-Nozes', pelo Royal Russian Ballet.

Com música de Tchaikovsky, segundo coreografia original de Lev Ivanov e libreto de Marius Petipa, o bailado é inspirado numa narrativa do escritor francês Alexandre Dumas que motivou o conto homónimo de E.T. Hoffmann.

O cineteatro considera este "espetáculo intemporal, com mais de 40 bailarinos em cena, apresentando toda a beleza e o drama do autêntico bailado romântico".

No dia 26, sobem ao palco da Damaia, José Cid e a sua banda, para passar em revista cinco décadas de êxitos como 'Lenda de El-Rei D. Sebastião', 'A Rosa que te Dei', 'A Cabana Junto à Praia' ou 'A Minha Música'.

O filme 'A Menina da Rádio' (1944), de Arthur Duarte, inspirou o musical homónimo dirigido por Joana Mestre e Manu Teixeira, que chegará ao D. João V, no dia 28, às 15:30.

Segundo uma nota da produção, o filme foi a inspiração "para retratar uma época específica do pós II Guerra Mundial, onde a prosperidade assiste a mudança numa perspetiva global".

"O guião é uma criação de Joana Mestre, e aborda a década de 1950, utilizando como fio condutor o ambiente mitológico da rádio dessa época, envolvendo as áreas da dança, música e teatro, com participantes de várias idades dentro destas áreas", segundo o texto de apresentação da temporada.

O edifício do cineteatro, da autoria do arquiteto Luís Soares Branco, foi inaugurado em 1966, e possui um painel de baixo-relevo do escultor Domingos Soares Branco (1925-2013), representando um caleidoscópio de cores.

Entre outros nomes que subiram ao palco do D. João V, durante décadas, até finais dos anos 1990, contam-se Bryan Adams e Rui Veloso, os festivais de Magia, de caráter internacional, e de Música Popular Portuguesa, entre outros.

Os músicos António Pinto Basto, Rogério Charraz, Paco Bandeira, António Manuel Ribeiro, Rita Gordo, Vanessa Alves, Os Alentejanos da Damaia e Pedro Mestre, o ator Carlos Areia e o poeta José Luís Gordo foram alguns nomes que preencheram a programação dos últimos dois anos, nesta sala de espetáculos.

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