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Russian String Orchestra encerra o 43.º Festival Estoril-Lisboa

A Russian String Orchestra, dirigida pelo maestro Misha Rachlevsky, encerra hoje, o 43.º Festival Estoril-Lisboa, com um concerto no Palácio de Belém, que estreia em Portugal o Sexteto para cordas, da Introdução do Capricho, de Richard Strauss.

Russian String Orchestra encerra o 43.º Festival Estoril-Lisboa
Notícias ao Minuto

09:36 - 28/07/17 por Lusa

Cultura Palácio de Belém

Do programa que a orquestra de cordas russa vai apresentar constam ainda as peças Serenata para cordas em mi menor, de Edward Elgar, a Sinfonia para cordas, opus 118, de Dimitri Shostakovich, e 'Souvenir de Florence', de Piotr Tchaikovsky.

O concerto, ao qual assiste o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, segundo informação do diretor artístico do certame, Piñeiro Nagy, realiza-se às 19h00 no Jardim da Cascata do palácio presidencial.

O Festival Estoril-Lisboa abriu no passado dia 1 de julho, em Lisboa, com a Orquestra Sinfónica Portuguesa e o Coro do Teatro Nacional de São Carlos, sob a direção de Nuno Côrte-Real, que tocou a Sinfonia n.º 2 de Schumann e estreou a cantata "Vera Cruz", criada a partir da "Carta de Pêro Vaz de Caminha a El-Rei D. Manuel sobre o achamento do Brasil", que foi uma encomenda do festival.

O maestro que dirige a orquestra, Misha Rachlevsky, nasceu há 70 anos em Moscovo e iniciou os estudos musicais com o violino aos cinco anos, estudou no Conservatório de Moscovo e, posteriormente, na Academia Gnessin de Música, também na capital russa.

Em 1973 deixou a então União Soviética e trabalhou em Israel, África do Sul e Canadá, até que se fixou, em 1976, nos Estados Unidos, onde fundou a New American Chamber Orchestra (NACO).

Em 1989 mudou-se para Espanha, e, mais tarde, regressou a Moscovo, onde criou a Orquestra de Câmara Kremlin.

A edição deste ano do Estoril-Lisboa realizou-se sob o lema 'Um festival com património' e teve como cenários, entre outros, os palácios Foz e da Ajuda, a Sé e a Biblioteca Nacional, em Lisboa, e o Centro Cultural de Cascais-Casas do Gandarinha.

No Palácio da Ajuda realizaram-se quatro concertos, protagonizados pela Orquestra Metropolitana de Lisboa, Sonor Ensemble, Orphenica Lyra e pela Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras.

O certame incluiu um ciclo de órgão, com concertos nas igrejas de São Vicente de Fora e de Santa Maria de Belém e na Sé Patriarcal, e contou com a participação de André Cea Galán, Maurizio Salerno e António Esteireiro, num programa com o barítono Armando Possante.

O 5.º Festival Jovem, foi outra das componentes do festival, tendo sido realizado no Centro Cultural de Cascais e no Museu da Música Portuguesa-Casa Verdades Faria, no Monte Estoril.

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