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Manuel Alegre dedica versos à Lisboa (quase) vazia

A cidade, à semelhança das outras do país, está sem pessoas nas ruas e sem vida que a caracteriza. O culpado é o novo coronavírus.

Manuel Alegre dedica versos à Lisboa (quase) vazia

Este sábado marcou o Dia Mundial da Poesia e, no âmbito da celebração, a Câmara Municipal de Lisboa publicou no Facebook alguns versos de Manuel Alegre sobre a cidade, agora 'despida' de pessoas e da vida que a caracteriza devido ao novo coronavírus

"Neste Dia Mundial da Poesia, Manuel Alegre dedicou alguns versos à nossa cidade. O seu sentimento é o de todos nós. #Lisboa resistirá", foram as palavras selecionadas pela autarquia para 'apresentar' a obra. 

Intitulados 'Lisboa Ainda', os versos descrevem uma cidade que "não tem beijos nem abraços", dando lugar a "praças cheias de ninguém". 

Leia, abaixo, a publicação na íntegra:

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