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Rendas das casas em Lisboa continuam 18% abaixo do pré-Covid

Contudo, este indicador atenuou face aos dois trimestres anteriores, quando as rendas na capital apresentavam uma quebra de 19,9% relativamente ao período anterior à pandemia. 

Rendas das casas em Lisboa continuam 18% abaixo do pré-Covid

As rendas das casas em Lisboa fecharam o terceiro trimestre deste ano 17,9% abaixo dos níveis pré-pandemia, revela a Confidencial Imobiliário (CI) em comunicado enviado às redações. De acordo com os resultados do Índice de Rendas Residenciais hoje divulgados, este indicador atenuou, contudo, face aos dois trimestres anteriores, quando as rendas na capital apresentavam uma quebra de 19,9% relativamente ao período anterior à pandemia. 

Segundo os mesmos dados, a que o Notícias ao Minuto teve acesso, apesar deste diferencial continuar a ser acentuado, esta é a primeira vez que o declive das rendas praticadas face ao pré-pandemia se desagrava.

Um comportamento que reflete a tendência de recuperação do mercado observada desde o final do ano passado, a qual culminou numa subida trimestral de 2,5% no 3.º trimestre, após a estabilização verificada no 2.º trimestre (-0,1%). A variação trimestral volta, assim, a terreno positivo pela primeira vez desde o início da pandemia, revela a CI. 

Em termos homólogos, observou-se também uma recuperação. Isto porque, segundo o estudo, a taxa de variação homóloga das rendas em Lisboa situou-se em -6,1% no 3.º trimestre, quase 11 pontos percentuais acima dos -18,0% que atingia no início do ano e em nova suavização face aos -12,0% registados no trimestre anterior, lê-se no documento.

E no Porto?

As rendas na cidade do Porto também continuam inferiores aos níveis pré-Covid em 10,1%, enquanto a nível nacional a quebra é de 1,3%. No 3.º trimestre, as rendas na Invicta apresentaram uma ligeira quebra trimestral de 0,7% e uma variação homóloga de -8,4%, em ambos os casos desagravando as descidas verificadas no trimestre anterior.

Já a nível nacional, as rendas já sobem quer na comparação trimestral (1,4%) quer na homóloga (1,7%), faz ainda notar o mesmo relatório.

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