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Covid-19. Plataformas reforçam remoção de informação falsa sobre vacinas

Grandes plataformas digitais como Twitter e Facebook reforçaram, nas últimas semanas, a remoção de informações falsas sobre vacinas contra a covid-19 na União Europeia (UE), que "minam os processos de vacinação nos países", disse hoje a Comissão Europeia.

Covid-19. Plataformas reforçam remoção de informação falsa sobre vacinas

Em causa está o programa de monitorização e eliminação das 'fake news' relacionadas com a pandemia de covid-19, que junta tecnológicas como Facebook, Google, Microsoft, Twitter e TikTok e que está agora mais focado na desinformação sobre as vacinas.

Os relatórios de acompanhamento, que foram elaborados pela Comissão Europeia tendo por base a informação relatada pelas plataformas, revelam os "esforços contínuos por parte dos das plataformas para abordar a desinformação em torno da covid-19", informou hoje a instituição.

O executivo comunitário verificou desde logo que, em dezembro de 2020, quando arrancou o processo de vacinação na UE, foram adotadas medidas como a eliminação ou redução de conteúdos com informações falsas ou enganosas, a limitação de comportamentos manipuladores ou da falsa publicidade, a colaboração com mais verificadores de factos e investigadores e ainda a promoção de fontes de informação fidedigna.

O executivo comunitário argumenta que este tipo de ações, adotadas pelas plataformas, são "fundamentais para assegurar que as campanhas de vacinação dos Estados-membros não sejam minadas por informações falsas ou enganosas".

E para o assegurar, os serviços da Comissão Europeia solicitaram mais empenho às plataformas e que continuem a aplicar o programa pelo menos até junho de 2021.

Em concreto, em dezembro passado, o Twitter alargou as suas etiquetas de desinformação para informações enganosas sobre vacinas, de modo que os 'tweets' com este tipo de conteúdos sejam imediatamente removidos, devendo também começar no início deste ano avisos em publicações com rumores ou com informação incompleta ou fora de contexto.

Já o Facebook, começou no final do ano passado a remover falsas alegações sobre vacinas, tanto nesta rede como no Instagram, e a acrescentar painéis com informação autorizada.

O TikTok adotou medidas semelhantes, ao criar nova etiqueta de vacinas para todos os vídeos com palavras ou 'hashtags' relacionados com as vacinas contra a covid-19, que implica o aparecimento de um 'banner' para prestar informações fiáveis.

Por seu lado, o Google adaptou as suas funcionalidades de pesquisa para aparecer uma lista sobre vacinas autorizadas nos locais dos utilizadores, que já está disponível em 17 países da UE, enquanto o YouTube já removeu mais de 700 mil vídeos com informações médicas perigosas sobre estes fármacos.

Acresce ainda a Microsoft, que adicionou informação oficial sobre vacinas e vacinação às páginas do LinkedIn, com um alcance de aproximadamente 9,7 milhões de membros.

Plataformas digitais como Google, Facebook, Twitter, Microsoft e Mozilla comprometeram-se, no final de 2018, a combater a desinformação nas suas páginas através da assinatura de um código de conduta voluntário contra as 'fake news', um mecanismo de autorregulação que nos últimos meses tem estado centrado na desinformação sobre a covid-19.

O processo de vacinação contra a covid-19 arrancou, na UE, no final de dezembro passado com as vacinas da Pfizer-BioNtech, estando agora também a ser usado o fármaco da Moderna.

Na sexta-feira, deverá ser dada 'luz verde' na UE à vacina desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca com a Universidade de Oxford, que está envolta em polémica devido aos problemas de fornecimento.

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