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Negrão justifica redução de 'vice' com "coesão necessária" da bancada

O candidato à liderança parlamentar do PSD, Fernando Negrão, justificou hoje a redução do número de vice-presidentes com a necessidade de "criar a coesão necessária" para que o trabalho da bancada social-democrata vá para lá do parlamento.

Negrão justifica redução de 'vice' com "coesão necessária" da bancada
Notícias ao Minuto

20:50 - 20/02/18 por Lusa

Política PSD

Em mensagem eletrónica enviada aos deputados, a que a agência Lusa teve acesso, Fernando Negrão deu conta da lista que propõe para a direção da bancada e que será votada na próxima quinta-feira e na qual reduziu de 12 para sete o número de vice-presidentes.

"Nela, procurou-se criar uma equipa não muito alargada de modo a permitir, com maior facilidade, criar a coesão necessária para produzir um trabalho que vá para além do espaço do parlamento e chegue ao maior número possível dos nossos compatriotas", justificou.

Para o candidato único à sucessão de Hugo Soares, a lista que entregou pretende "juntar o conhecimento, a capacidade de trabalho, as qualidades de caráter e a sensibilidade política" com vista a uma estratégia política que torne "a vida dos portugueses mais sustentável, com mais qualidade e com real justiça social".

"Nela, por fim, pretendeu-se que constitua um sinal de vontade de envolvimento de todos os colegas, sem exceção, pois todos têm as qualidades necessárias para integrar a direção", referiu, apelando para que todos os deputados estejam unidos e convictos "de que o país necessita de facto de ser bem melhor governado" e que o grupo parlamentar "é decisivo para esse efeito".

Da anterior direção de bancada transitam Adão Silva, que será o primeiro vice-presidente, António Leitão Amaro - ambos apoiantes de Rio nas diretas - e Margarida Mano, que não tomou posição na campanha interna.

Negrão escolheu ainda como novos 'vices' os deputados Emídio Guerreiro (eleito por Braga), Carlos Peixoto (Guarda) e Rubina Berardo (Madeira), que estiveram ao lado de Rio contra Santana Lopes, e António Costa Silva (Évora), que não tomou posição na campanha interna.

O candidato único à direção da bancada é, assim, o único elemento da direção da bancada que apoiou Pedro Santana Lopes na campanha interna.

Para secretários da direção, Negrão propôs a deputada Clara Marques Mendes, que já ocupava este cargo, bem como os deputados Bruno Coimbra e Manuela Tender.

Hugo Soares tinha doze vice-presidentes: José Cesário e Margarida Mano eram as novidades em relação à anterior direção parlamentar de Luís Montenegro, da qual transitaram dez 'vices' António Leitão Amaro, Carlos Abreu Amorim, Miguel Santos, Adão Silva, Amadeu Albergaria, Luís Leite Ramos, Sérgio Azevedo, Berta Cabral, Nuno Serra e Miguel Morgado.

Hugo Soares foi eleito em 19 de julho do ano passado, para um mandato de dois anos, com 85,4% de votos, correspondentes a 76 votos favoráveis, 12 votos brancos e um nulo, sucedendo no cargo a Luís Montenegro, que atingiu o limite de três mandatos consecutivos.

O deputado e ex-ministro Fernando Negrão anunciou na quinta-feira passada aos deputados que é candidato à liderança parlamentar do PSD, um dia depois do atual líder parlamentar, Hugo Soares, ter convocado eleições antecipadas para o cargo depois do presidente do partido, Rui Rio, lhe ter comunicado que gostaria de trabalhar com outra direção da bancada.

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