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Esquerda tem "vergonha de ser confrontada" com realidade na saúde

A líder do CDS-PP, Assunção Cristas, acusou hoje BE e PCP de terem "vergonha de ser confrontados" com a realidade, ao chumbarem o pedido de audição do ministro da Saúde e das ordens dos médicos e enfermeiros no Parlamento.

Esquerda tem "vergonha de ser confrontada" com realidade na saúde
Notícias ao Minuto

22:29 - 20/09/17 por Lusa

Política Assunção Cristas

"Hoje vemos as esquerdas unidas, num dia a dizerem que o ministro [Saúde] anda mal, o próprio PCP e o BE a criticarem o ministro da Saúde, e depois vemos, no outro dia, quando o CDS, pela mão da nossa deputada, traz um requerimento para ouvir todos no Parlamento - o ministro e os bastonários das ordens profissionais dos médicos e dos enfermeiros - e chumbam esse requerimento", disse Assunção Cristas, durante o jantar da candidatura de Sidónio Santos à Câmara de Pombal, no distrito de Leiria.

Segundo a presidente do CDS-PP, o requerimento foi chumbado, porque o PCP e o BE "têm vergonha de ser confrontados com o que andam a dizer e com aquilo que acontece no terreno".

Assunção Cristas questionou ainda onde está a "vontade de saber o que se passa no terreno e de conferir a verdade dos factos", acrescentando que chumbaram o requerimento do CDS "para impedir que a verdade se saiba no Parlamento".

Para a líder do CDS-PP, "há um país no imaginário, onde tudo está bem, onde tudo cresce, onde tudo floresce e onde tudo é cor-de-rosa".

E "há um país real que é aquele com o qual nos deparamos dia a dia, seja nos transportes públicos em Lisboa, e na [sua] degradação imensa" ou "nas escolas, um pouco por todo o país, onde abrem as aulas e faltam os mínimos para que o ano escolar possa ter o mínimo de tranquilidade", sustentou.

Nas questões da saúde, Assunção Cristas salientou que o CDS-PP tem vindo a alertar para as "dívidas que vão crescendo nesta área, pagamentos que se vão atrasando e falhas, porque não há gente suficiente para cumprir um trabalho que precisa de ser feito".

"Sempre que sinalizámos isto, dizia o ministro da Saúde que estava tudo bem, mas hoje já não pode dizer que está tudo bem. Hoje temos as ordens profissionais a reclamarem e temos os sindicatos de algumas profissões, nomeadamente os enfermeiros, na rua", precisou.

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