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'Birras', interrupções e acusações na estreia de Montenegro nos debates

Reveja aqui o acompanhamento AO MINUTO da estreia do primeiro-ministro nos debates quinzenais na Assembleia da República.

'Birras', interrupções e acusações na estreia de Montenegro nos debates
Notícias ao Minuto

15:10 - 15/05/24 por Notícias ao Minuto

ao minuto Ao Minuto Política Governo

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, esteve hoje pela primeira vez diante dos deputados no formato de debate quinzenal, cerca de um mês depois de ter estado no Parlamento para discutir o programa do Governo.

O responsável, que foi líder parlamentar do PSD durante seis anos, regressou como primeiro-ministro aos debates quinzenais, um dia depois de o Governo ter aprovado e anunciado a localização do futuro aeroporto de Lisboa no Campo de Tiro de Alcochete, em Setúbal.

Entre acusações, repreensões e interrupções, Montenegro assegurou que o Governo passará, finalmente, "das intenções para as execuções", tendo reforçado que a marca do seu Executivo é "ponderação, decisão, consequência".

Fim de cobertura

Daniela Filipe | há 1 semana

Boa tarde. Encerramos este acompanhamento AO MINUTO da estreia do primeiro-ministro nos debates quinzenais. Obrigada desde já por ter estado desse lado.

Birra? Pedro Pinto pede, novamente, para defender a "honra" do Chega

Daniela Filipe | há 1 semana

Depois das acusações proferidas por Montenegro, Pedro Pinto pediu, novamente, a palavra para defender "a honra" da sua bancada, uma vez que se sentiu "ofendido".

"Não lhe fica bem", disse.

Chega "a fazer birra". "Só estavam preocupados com tachos deste lado?"

Daniela Filipe | há 1 semana

Após várias interrupções, o primeiro-ministro tomou a palavra e teceu duras críticas ao partido de extrema-direita Chega, que acusou de estar a "fazer uma birra".

"Assumi um compromisso com os eleitores que é para ser cumprido. Disse aos eleitores portugueses qual era a política de alianças que o meu partido faria antes e depois das eleições e disse que não ia fazer alianças com o Chega. A vossa confusão, que corresponde à vossa birra, à expressão da vossa imaturidade política e a uma visão sectária da vida política é que uma coisa é não termos uma aliança de Governo, outra coisa é dizer sim à representação dos eleitores no cumprimento da palavra dada durante a campanha eleitoral. À boleia da birra não conseguem dizer sim ao interesse nacional. Só estavam preocupados com os tachos deste lado?", disse.

Montenegro reiterou ainda que o partido de extrema-direita está "mais próximo do PS do que das propostas do Governo", ao mesmo tempo que recordou que o Executivo "não dispõe de um apoio parlamentar permanente que lhe configure uma oportunidade de ter aprovadas as medidas à partida". Ainda assim, é da "responsabilidade" dos deputados permitirem que o Executivo leve a cabo o seu programa, ao invés de apostarem em "momentos de folclore político".

Montenegro acusa Chega de birra e de

Montenegro acusa Chega de birra e de "querer tachos". Partido contesta

O primeiro-ministro acusou hoje o Chega de estar a fazer "uma birra" no parlamento em relação às propostas do Governo e questionou se este partido apenas pretendia "cadeiras, tachos" quando defendia uma aliança com o PSD.

Lusa | 18:33 - 15/05/2024

PSD acusa PS e Chega de "esquizofrenia". "Mais papistas do que o Papa"

Daniela Filipe | há 1 semana

Pelo PSD, Hugo Soares atirou duras críticas ao PS e ao partido de extrema-direita Chega, que acusou estarem a sofrer de "esquizofrenia".

"Tenho assistido a uma espécie de esquizofrenia de uma parte da oposição deste Parlamento, vinda do lado mais à direita do hemiciclo e do centro que deveria ser moderado à esquerda, que se juntaram para serem mais papistas que o Papa", começou por dizer.

No caso dos socialistas, Hugo Soares indicou que o PS "exige que em 33 dias [o Governo] resolva aquilo que não resolveram em oito anos, mas que foram para as eleições dizer que não era preciso resolver", enquanto o Chega "fez campanha inteira a apontar ao socialismo"

"Se calhar a grande traição é do partido ao seu eleitorado, que passa a vida a querer governar no Parlamento com o PS", disse.

PSD anuncia proposta para aproximar posições a PS e Chega sobre IRS

PSD anuncia proposta para aproximar posições a PS e Chega sobre IRS

O líder parlamentar do PSD anunciou hoje que enviou aos partidos uma nova proposta relativa à descida do IRS que, segundo Hugo Soares, aproxima o diploma inicial do Governo das iniciativas do PS e Chega.

Lusa | 18:06 - 15/05/2024

Executivo está a governar apesar da oposição do PS e "seguistas do Chega"

Daniela Filipe | há 1 semana

O representante do CDS-PP, Paulo Núncio, começou por cumprimentar Montenegro no seu primeiro debate quinzenal, cujo Executivo está a governar "não obstante os socialistas do PS e os seguistas do Chega".

"Este Governo fez mais em 30 dias do que o PS em oito longos anos de governação", disse.

Governo disponível para "poder acautelar todos os valores ambientais"

Daniela Filipe | há 1 semana

O primeiro-ministro disse estar disponível para "poder acautelar todos os valores ambientais" da solução de Alcochete, ainda que tenha ressalvado que levar argumentos ao limite indica que o PAN "quer que não haja aeroporto".

"A opção por esta metodologia é positiva. Não podemos estar aqui a dizer o nosso palpite. Para estar mais seguro, parece-me que este caminho foi correto", disse.

Alcochete é decisão "desastrosa". "Pareceres que estão ultrapassados"

Daniela Filipe | há 1 semana

Após uma interrupção, a porta-voz do PAN, Inês de Sousa Real, atirou que a solução de Alcochete é "desastrosa", tendo tido por base "pareceres que estão ultrapassados". Perguntou, por isso, pelo valor económico da perda ambiental e da passagem de aviões "nas cabeças" das pessoas.

"Está disponível que o ambiente faça parte da equação?", questionou.

PAN considera solução do novo aeroporto

PAN considera solução do novo aeroporto "ambientalmente desastrosa"

O PAN considerou hoje que a localização do novo aeroporto em Alcochete "é ambientalmente desastrosa e financeiramente irresponsável", com o primeiro-ministro a contrapor que os argumentos do partido levados ao limite significariam que não haveria aviões.

Lusa | 18:27 - 15/05/2024

"Tivesse o Governo trazido propostas e não estaríamos a perder tempo"

Daniela Filipe | há 1 semana

Jorge Pinto do Livre tomou a palavra, tendo dito que não o partido não pretende "assustar" Montenegro, mas "tivesse o seu Governo trazido propostas concretas, não estaríamos a perder tempo".

O deputado considerou ainda que aumentar a capacidade do aeroporto Humberto Delgado "é um erro", no rescaldo da "decisão importante" ontem anunciada, tendo pedido garantias sobre a construção da infraestrutura em Alcochete e sobre uma eventual nova avaliação de impacto ambiental.

Montenegro: "Agora quatro demissões valem tanto como centenas"

Inês Frade Freire | há 1 semana

Sobre as demissões no primeiro mês de governação, Montenegro compara o seu Governo ao anterior: "Perante resmas e resmas de demissões, agora quatro demissões valem tanto como centenas".

"As mudanças que aconteceram, claro que vão continuar a acontecer. Mas estava à espera que eu viesse dizer o contrário?", questionou.

De seguida, Montenegro observa o líder do Livre, Rui Tavares a rir-se e dirige-se a ele. "Mas o senhor deputado Rui Tavares está a rir-se à gargalhada porque nunca teve essa responsabilidade. Mas quer ter ilegitimamente. Por este andar o Partido Socialista não vai viver sem si, esta é a minha convicção".

Montenegro afirma que mudanças na administração pública

Montenegro afirma que mudanças na administração pública "vão continuar"

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmou hoje que as mudanças em cargos da Administração Pública "vão continuar" mas rejeitou estar em curso "uma purga" com "critérios partidários", atirando às "resmas de demissões" no anterior executivo socialista.

Lusa | 18:15 - 15/05/2024

"Palavra que resume estes 40 dias de Governo é demissões"

Daniela Filipe | há 1 semana

A líder parlamentar do Livre, Isabel Mendes Lopes, apontou que a "palavra que resume estes 40 dias de Governo é demissões, sem se perceber o porquê", tendo acusado que o "PSD comporta-se como se tivesse uma maioria absoluta que os portugueses não lhe deram" e com "arrogância". 

Perguntou, assim, se esperaremos mais exonerações em breve, ao mesmo tempo que considerou que o Executivo tem apresentado poucas soluções.

PCP "abre um janela perigosa" no debate sobre a Habitação, diz Montenegro

Inês Frade Freire | há 1 semana

Montenegro sugere uma "divergência" entre a AD e o PCP relativamente à "concessão das politicas publicas" e que o partido "não confia na sociedade".

“Nós temos essa confiança. Sabemos que há um conjunto de serviços que dependem sobretudo do Estado e devem ser garantidos pelo Estado. O Estado tem a obrigação de salvaguardar as condições de acesso a quem tem mais baixos rendimentos", saliente, distinguindo que para o PSD, não é apenas o Estado que conseguirá resolver "os problemas de acesso que perturbam tantos portugueses".

Segundo o primeiro-ministro, Paulo Raimundo "abre um janela perigosa" no debate sobre a Habitação ao sugerir que "uma entidade privada ou social contribui para esse acesso está só empenhada em distribuir dinheiros pelos acionistas".

"A única coisa que não aumenta são os salários e as pensões"

Daniela Filipe | há 1 semana

Paulo Raimundo tomou novamente a palavra, tendo acusado Montenegro de ter "andado às voltas" sem responder à questão sobre o contributo da banca no imobiliário. Questionou, ainda, se o Governo está disponível para aumentar salários para os mais jovens, "criando condições para que se distribua melhor a riqueza que está criada".

"Temos duas narrativas: a primeira é que não há dinheiro e a segunda é a da produtividade. A única coisa que não aumenta são os salários e as pensões", disse.

Governo aproveita "problemas para abrir oportunidades de negócio"

Daniela Filipe | há 1 semana

O representante do PCP, Paulo Raimundo, acusou o Governo de ter um "programa que se encontra ao serviço dos grandes grupos económicos" e de "aproveitar os problemas para abrir oportunidades de negócio".

Na sua ótica, o Executivo "não tem sido rápido na resolução de problemas". "Sabemos que é assim e não aceitamos", disse.

Pediu, também, explicações sobre as negociações com a ANA.

PCP acusa Governo de beneficiar

PCP acusa Governo de beneficiar "pequena minoria"

O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, acusou hoje o Governo de beneficiar uma "pequena minoria", com Luís Montenegro a responder que os comunistas têm uma visão complexada da sociedade.

Lusa | 17:45 - 15/05/2024

Aeroporto? Decisão não teve a ver com proximidade a José Luís Arnaut

Inês Frade Freire | há 1 semana

Segundo Montenegro, "a circunstância de haver um ex-dirigente do PSD que exerce funções nessa empresa [ANA], a mim não me incomoda minimamente". "Não mexo uma palha para lado nenhum por causa desta circunstância. Posso-lhe dizer que não falo com José Luís Arnaut há muito tempo, nem vou falar nos próximos tempos", frisou.

"O Governo vai falar com a empresa e a empresa decidirá a sua representação. Eu, pessoalmente, como primeiro-ministro, pode estar descansada, é à prova de bala", referiu, garantindo que a decisão que tomou sobre o aeroporto não teve a ver com a proximidade a José Luís Arnaut.

Aeroporto. Decisão do Governo não teve nenhum

Aeroporto. Decisão do Governo não teve nenhum "condicionamento"

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, garantiu hoje que a decisão do Governo sobre a localização do novo aeroporto de Lisboa "não teve nenhum condicionamento incluindo da concessionária", com quem vai iniciar um processo negocial.

Lusa | 17:19 - 15/05/2024

"Assuma todas as consequências das decisões que anuncia ao país"

Daniela Filipe | há 1 semana

Mortágua apelou a que Montenegro "assuma todas as consequências das decisões que anuncia ao país" e que poderão vir a custar mais aos portugueses.

"Não exigimos menos do que toda a verdade sobre as decisões que foram tomadas", disse.

Sobre a habitação, a bloquista reforçou a pergunta quanto a uma eventual aproximação do Executivo à proposta do BE, tendo ainda questionado como é que o Governo vai regularizar a situação dos imigrantes com processos em atraso.

Alcochete? "A decisão do Governo não teve condicionamento de ninguém"

Inês Frade Freire | há 1 semana

Montenegro responde a Mariana Mortágua dizendo que as "negociações com a ANA não existiram nenhumas até ao momento e que só agora vai iniciar "o processo negocial com a concessionária".

"A decisão do Governo não teve nenhum condicionamento de ninguém, incluindo da concessionária", esclarece Montenegro.

Aeroporto em Alcochete? BE questiona sobre "contrapartidas para a ANA"

Daniela Filipe | há 1 semana

A coordenadora do Bloco de Esquerda, Mariana Mortágua, questionou quando às contrapartidas para a ANA no que diz respeito ao novo aeroporto em Alcochete.

"Fez a decisão, anunciou a localização, diga-nos a sua decisão em contrapartidas para a ANA", disse, acusando que "sobre isso não é capaz de nos responder".

"A privatização da ANA não cumpriu o interesse público e é o Tribunal de Contas que o diz. Tudo o que diz não nos deixa descansados", complementou.

Mortágua disse ainda não ter descanso no campo da habitação, tendo perguntado se Montenegro está disponível para apoiar a proposta de há um ano, que previa que os contratos posteriores a 2011 tivessem uma redução nos juros.

Montenegro quer dar benefício maior a jovens até aos 35 anos

Inês Frade Freire | há 1 semana

Montenegro reforça agora a sua intenção de beneficiar no IRS Jovem os jovens até aos 35, que diverge com a posição da IL.

"Hoje Portugal precisa de um sobressalto para conseguir reter o talento que esta faixa etária entre os 20 e os 35 anos tem e que estamos a perder sucessivamente para o estrangeiro. Não podemos ser indiferentes a uma trajetória que ainda ninguém conseguiu inverter e nós vamos tentar tudo para poder inverter", afirmou.

E continuou: "Em politica, é preciso fazer opções e eu assumo as minhas. Temos uma política dirigida a um segmento etário em particular e eu assumo isso. "Vamos ter de experimentar e voltar a conversar”.

IL questiona sobre TAP e tabelas na retenção da fonte "exageradas"

Daniela Filipe | há 1 semana

Rui Rocha perguntou ainda quais são os planos para a TAP e quando é que a privatização avança, tendo aproveitado ainda para perguntar quanto à revisão das tabelas na retenção da fonte "exageradas" que condicionam os trabalhadores independentes na "capacidade de investir na sua atividade".

Cenário macroeconómico. "Mantém o objetivo de 2,5% em 2025?"

Daniela Filipe | há 1 semana

Quanto ao crescimento económico, Rui Rocha questionou se o Governo "mantém o objetivo de 2,5% em 2025 ou se vai ser obrigado a rever esse valor", face às projeções de 1,7%.

"Não posso aceitar um país em que um imposto sobre o rendimento passe a ser sobre a idade. O que é que o país tem contra estas pessoas?", disse ainda.

AD e IL "muito próximos em matérias de política económica"

Inês Frade Freire | há 1 semana

Em resposta a Rui Rocha, Montenegro afirmou que os dois estão "muito próximos em matérias de política económica e como ela pode influenciar a vida das pessoas".

"Nós conseguimos ter, com grande impacto, uma diminuição da carga fiscal sobre os rendimentos do trabalho, no segundo, terceiro, quarto, quinto e sexto escalão. São os rendimentos mais baixos e a classe média", destacou, referindo-se ao "modelo de intervenção fiscal" do seu Governo.

"Estamos a valorizar o trabalho. O alívio fiscal é uma política económica importante mas também social porque traz acréscimo de rendimentos a uma franja da população que está fustigada por aumentos sucessivos da carga fiscal", denotou.

Alívio fiscal é "miserável". "Anátemas em quem ganha um pouco mais"

Daniela Filipe | há 1 semana

O líder da Iniciativa Liberal, Rui Rocha, acusou o Governo de "colocar anátemas em quem ganha um pouco mais", que unem a bancada do Chega e da Esquerda. O responsável indicou que essas posições apontam que quem ganha menos nunca poderá vir a ganhar mais.

"Quem ganha até 1.500 euros brutos não tem um alívio superior até 10 euros. Como é que transformamos este país para que esse alívio fiscal possa no futuro trazer notícias diferentes", disse, indicando que a situação é "miserável".

Juventude? "Temos todo o Governo a trabalhar e vamos dar resposta"

Inês Frade Freire | há 1 semana

Para Luís Montenegro, "as questões de Rita Matias denotam impaciência". "Tenho de confessar a minha incapacidade de fazer em 30 dias muito mais do que aquilo que fomos capazes que fazer", acrescentou.

"Nós temos um calendário, temos todos os membros do Governo a trabalhar e nós vamos dar resposta", destacou ainda.

Montenegro deu conta ainda que o Conselho de Ministro da próxima semana será sobre a juventude.

"Tem ministra corta fitas que mantém os bolsos dos jovens vazios"

Daniela Filipe | há 1 semana

Rita Matias, do partido de extrema-direita Chega, tomou a palavra, tendo apontado, 30 dias depois da tomada de posse, o Governo tem uma "ministra corta fitas que mantém os bolsos dos jovens vazios".

Também a deputada foi repreendida pelo presidente da Assembleia da República, por não concluir.

Pedro Pinto acusou Aguiar-Branco de ter deixado Montenegro falar 1 minuto e meio a mais, pelo que o responsável não deveria ter interrompido Rita Matias.

"Se todos respeitarem quando digo para interromper, será mais fácil", respondeu.

Ventura acusa Montenegro de colocar "o ego primeiro"

Daniela Filipe | há 1 semana

André Ventura disse que não era o "representante das polícias, mas não lhes teria feito tão mal como o PS e o PSD fizeram nos últimos dias", apelando por explicações sobre a "exoneração do diretor nacional da PSP".

O líder da extrema-direita foi novamente repreendido pelo presidente da Assembleia da República, tendo acusado Montenegro de ter tido "a vitória mais curta da democracia".

"Colocaria o país primeiro e o ego depois. O primeiro-ministro coloca o ego primeiro", disse.

Ventura indiciou ainda que, no que diz respeito à imigração, a situação continua uma "balbúrdia de todo o tamanho", perguntando as medidas que serão tomadas nesse sentido.

Chega fala em balbúrdia na imigração e Montenegro promete mudar regras

Chega fala em balbúrdia na imigração e Montenegro promete mudar regras

O presidente do Chega acusou hoje o Governo de permitir a continuação da "balbúrdia" na entrada de estrangeiros, classificando Portugal como um país com "portas escancaradas", com o primeiro-ministro a prometer para breve medidas na imigração.

Lusa | 17:06 - 15/05/2024

"Quem tem mais legitimidade para dizer que é próximo do povo sou eu"

Inês Frade Freire | há 1 semana

Montenegro responde a Ventura, sugerindo "que todos os 230 deputados mais os membros do Governo tenham uma relação de proximidade grande com todos os portugueses", e não apenas o líder do Chega.

"Se o critério que o senhor deputado usa para auferir a proximidade entre os político e o povo é os votos, então quem tem mais legitimidade para dizer que é próximo sou eu, não é o senhor deputado. Em votos, é o líder da coligação que ganhou as eleições", acrescentou ainda.

O primeiro-ministro sugere ainda que André Ventura está numa trajetória ascendente mas que "um dia será talvez descendente". "Não sabemos quando", acrescentou.

Chega diz estar "mais próximo dos portugueses" - e é repreendido

Daniela Filipe | há 1 semana

O líder de extrema-direita apontou que "o Chega não se tornou mais próximo nem do PS, nem do BE, nem da IL", tendo indicado que "o Chega tornou-se mais próximo dos portugueses".

Perante os apartes com as escolas em visita ao Parlamento, o presidente da Assembleia da República repreendeu André Ventura, por forma a "mantermos o decoro democrático que beneficia todos e a imagem de quem nos está a ver".

Ventura acusou, depois, Montenegro de "hipocrisia" por não baixar as portagens do interior e por não apoiar os polícias e as forças de segurança.

Política fiscal do Chega "mais próxima do PS do que do PSD e do CDS"

Inês Frade Freire | há 1 semana

Montenegro responde a André Ventura, dizendo que "do ponto de vista dos princípios, a proposta que o Chega apresentou, até não é muito desconforme com aquilo que é a do Governo".

"Até é mais ou menos coincidente, só que depois o senhor deputado deixa-se enamorar por qualquer argumento que no Parlamento lhe tenham apresentado e, hoje, tem uma política fiscal mais próxima do Partido Socialista do que do Partido Social Democrata e do CDS", acrescentou.

"Entende, como o PS, que o alívio fiscal deve apenas incidir até ao quinto escalão ou está disponível para descida destes rendimentos que são de classe média, de jovens fustigados por dificuldades?", questiona, de seguida.

No que diz respeito à Saúde, Montenegro acho que o Chega "está mais uma vez mais socialista do que os socialistas". "Hoje tem uma atitude para o Governo muito difícil de compreender", acrescenta.

Governo apresenta plano de emergência para a saúde dentro de duas semanas

Governo apresenta plano de emergência para a saúde dentro de duas semanas

O primeiro-ministro afirmou hoje que dentro de duas semanas irá apresentar o programa de emergência para a saúde, com especial foco na recuperação de cirurgias, na obstetrícia e nas respostas no âmbito da medicina familiar.

Lusa | 16:19 - 15/05/2024


 

Chega acusa Governo de ter apresentado "remendo fiscal fraudulento"

Daniela Filipe | há 1 semana

O líder do partido de extrema-direita Chega, André Ventura, acusou o Governo de ter apresentado "medidas para daqui a 20 anos", além de não ter trazido "nenhuma proposta" para a Saúde, mas sim apenas um debate sobre o tema.

Na ótica do responsável, "não foi um grande início de Governo", uma vez que "prometia um choque fiscal e um plano de saúde para os portugueses" nos primeiros dias, mas não o fez.

"Diga o que é que vai fazer", apelou, ao mesmo tempo que atirou que "os senhores o que têm é um remendo fiscal fraudulento que quiseram vender aos portugueses".

"Houve eleições, mudou o Governo e as despesas extraordinárias pararam"

Inês Frade Freire | há 1 semana

Montenegro invocou a “verdade”, explicando que “em janeiro tivemos, em contabilidade pública, um excedente de cerca de 1.100 milhões de euros, em fevereiro baixou para pouco mais de 700 e, em março, foi negativo de 259 milhões de euros”.

"Isso é objetivo. Se eu disser 'isto é um descalabro', seria um 'descalabro' se tivesse tido essa trajetória ao longo do ano mas, felizmente, houve eleições, mudanças no Governo e as despesas extraordinárias que o Governo anterior andou a fazer nos primeiros três meses do ano pararam", respondeu Pedro Nuno.

Sobre a questão do IRS, Montenegro afirmou que o Governo está disponível para "aproximar posições mas não para manter o erro económico que foi a política fiscal do Governo que antecedeu".

“Não vou prometer que nos 50 anos do 25 de Abril todos os portugueses vão ter uma casa condigna, porque isso já prometeram e não cumpriram”, ataca .

O primeiro-ministro desafiou ainda os partidos a "assumirem as suas responsabilidades" no processo de discussão parlamentar da descida do IRS, que defendeu ter de ser feita "com pragmatismo e sem despesismo".

"O que representa, ainda assim, um desagravamento de cerca de 30% face à descida prevista no OE 2024, que em si mesma já era uma reação à proposta do PSD", acrescentou.

Montenegro apela aos partidos no processo parlamentar de descida do IRS

Montenegro apela aos partidos no processo parlamentar de descida do IRS

O primeiro-ministro desafiou hoje os partidos a "assumirem as suas responsabilidades" no processo de discussão parlamentar da descida do IRS, que defendeu ter de ser feita "com pragmatismo e sem despesismo".

Lusa | 15:40 - 15/05/2024

PS não está disponível "para apoiar decisões regressíveis"

Daniela Filipe | há 1 semana

Pedro Nuno Santos sublinhou que o Governo "não tem estudo, nem parecer que sustente a decisão de aumentar os voos sobre Lisboa", concluindo que "não tem fundamentação" para o anúncio que fez ontem.

Lançou, além disso, que o primeiro-ministro "continua sem saber a diferença entre contabilidade pública e contabilidade nacional e isso é preocupante", ao mesmo tempo que salientou que o PS não está disponível "para apoiar decisões regressíveis que só apoiarão os de cima".

O socialista acusou ainda o Governo de mudar "o logótipo e pouco mais", lembrando que o PSD prometeu "rasgar" o Mais Habitação do antigo Executivo, mas não o fez.

Montenegro a Pedro Nuno: "Estiveram a desdenhar e nós a estudar"

Inês Frade Freire | há 1 semana

Luís Montenegro continua a responder a Pedro Nuno Santos, sugerindo-lhe que fique "descanso" porque não revogou "hoje as decisões de ontem" nem vai "revogar amanhã as decisões de hoje". "Elas são ponderadas e foram estudadas num contexto partidário que o senhor desdenhou", acrescentou.

"Enquanto os senhores estiveram a desdenhar e a fazer política barata, nós estávamos a estudar e decidir o futuro de Portugal", acusou.

"Grave foi todo o discurso e o debate sobre contas públicas até hoje"

Daniela Filipe | há 1 semana

O que foi dito nos últimos 30 dias de Governo "causou alarme e causou preocupação", considerou Pedro Nuno Santos. O socialista deu como exemplo as "exonerações, desorientações" anunciadas, ainda que tenha apontado que "grave foi todo o discurso e o debate sobre contas públicas até hoje".

"Nunca vamos perceber as razões do discurso catastrofista dos últimos 30 dias", disse, tendo questionado se Montenegro "está disponível para se aproximar da proposta que teve viabilidade no Parlamento", referindo-se à redução dos escalões mais baixos do IRS.

Aeroporto? "Finalmente passaremos das intenções para as execuções"

Inês Frade Freire | há 1 semana

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, respondeu a Pedro Nuno Santos, dizendo que "há terceira é que vai ser de vez", referindo-se à construção do futuro aeroporto em Alcochete. "Finalmente passaremos das intenções para as execuções. É nossa intenção, é a nossa convicção", atirou.

“As vicissitudes da escolha da localização e do processo são conhecidas e se há personalidade política que as conhece é o senhor deputado", acusa, acrescentando que, em relação ao aeroporto Humberto Delgado, Pedro Nuno Santos apenas fala "numa trajetória de aumento da procura".

"Impulsivo"? PS pede estudo sobre decisão de expandir aeroporto de Lisboa

Daniela Filipe | há 1 semana

O secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos, foi o primeiro a intervir, tendo reiterado que saudou, ontem, "o Governo por ter decidido seguir a resolução da comissão técnica independente" e optar pela solução do novo aeroporto em Alcochete.

Ainda assim, o responsável salientou que o Executivo foi o "terceiro Governo a decidir fazer o aeroporto em Alcochete", mas "mais importante do que decidir é fazer".

Questionou, por isso, as bases dos estudos dos quais fez uso para a decisão de aumentar a capacidade do aeroporto Humberto Delgado.

É que, complementou, Montijo dava resposta à transição proposta, tendo reforçado a questão quanto aos estudos em que o Executivo se baseou, tendo apelado a que os envie aos grupos parlamentares.

"Senão, sou obrigado a concluir que foi uma decisão irrefletida, imponderada, e que o senhor primeiro-ministro foi impulsivo", atirou, acrescentando que o Governo tem "falta de iniciativa".

Aeroporto? Pedro Nuno aponta falta de estudo sobre reforço de capacidade

Aeroporto? Pedro Nuno aponta falta de estudo sobre reforço de capacidade

O líder do PS acusou hoje o Governo de ter anunciado o reforço da capacidade de voos do aeroporto Humberto Delgado sem qualquer estudo ou parecer, tendo o primeiro-ministro assegurado que todas as decisões foram ponderadas e estudadas.

Lusa | 16:22 - 15/05/2024

“É com muito gosto que aqui estou”, introduziu Montenegro

Inês Frade Freire com Lusa | há 1 semana

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, abriu o debate quinzenal, esta quarta-feira, o primeiro desde que é chefe do Governo. O debate quinzenal acontece um dia depois de o Governo ter aprovado e anunciado a localização do futuro aeroporto de Lisboa no Campo de Tiro de Alcochete (Setúbal).

“É com muito gosto que aqui estou”, começou por referir, reforçando que o Governo “está disponível para um diálogo político responsável e sério”.

Segundo o primeiro-ministro, a marca deste Governo é “ponderação, decisão, consequência”. “Todas estas decisões foram e continuarão a ser tomadas sem aventureirismo e quaisquer pretensões de tomar números políticos infantis e efémeros”. E continua: "Essas aventuras e esses números caracterizam os populistas e os demagogos. No fim do dia, são apenas folclore mediático que não resolve os reais problemas das pessoas".

Governo decidiu

Governo decidiu "onde alguns titubearam, precipitaram e revogaram"

O primeiro-ministro afirmou hoje que o Governo decidiu "tranquilamente um impasse de décadas" quanto à localização do aeroporto internacional, em oposição aos que "titubearam, tergiversaram, precipitaram e revogaram".

Lusa | 15:19 - 15/05/2024

O primeiro-ministro acusou ainda o PS de "recaída despesista" no final da governação e de não ter deixado "o mar de rosas que se vendeu" nas contas públicas, admitindo que não há "uma situação de descontrolo orçamental".

Para sustentar esta posição, o primeiro-ministro referiu que no final de março se registava um défice de 259 milhões de euros e apenas metade da dotação provisional do Ministério das Finanças já tinha sido gasta.

Montenegro acusa PS de não ter deixado

Montenegro acusa PS de não ter deixado "o mar de rosas que vendeu"

O primeiro-ministro acusou hoje o PS de "recaída despesista" no final da governação e de não ter deixado "o mar de rosas que se vendeu" nas contas públicas, admitindo que não há "uma situação de descontrolo orçamental".

Lusa | 15:23 - 15/05/2024

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