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PS relativiza situação no SNS. "Fechou uma urgência aqui, outra ali"

A deputada Maria Antónia Almeida Santos disse estar "confiante de que o primeiro-ministro, com a sua legitimidade reforçada, e com a ministra Marta Temido, vão conseguir ultrapassar esta questão" dos problemas registados recentemente no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

PS relativiza situação no SNS. "Fechou uma urgência aqui, outra ali"

Maria Antónia Almeida Santos, deputada do Partido Socialista, referiu na quarta-feira, num espaço de comentário na CNN Portugal, que, na sua "opinião", o primeiro-ministro António Costa não deve demitir a ministra da Saúde, Marta Temido.

Em declarações proferidas num 'frente a frente' com Cecília Meireles, ex-deputada do CDS-PP, Almeida Santos relativizou a situação que o Serviço Nacional de Saúde tem vivido nos últimos tempos, dizendo que este "não fechou portas". Na sua perspetiva, fechou apenas "uma porta ou outra. Fechou uma urgência aqui, outra urgência ali".

Face a um panorama desta natureza, que tem provocado o encerramento temporário de várias urgências obstétricas e ginecológicas de norte a sul do país, a deputada socialista destacou estar "confiante de que o primeiro-ministro, com a sua legitimidade reforçada, e com a ministra Marta Temido, vão conseguir ultrapassar esta questão".

Depois de Cecília Meireles ter acusado os Governos de António Costa de tomar uma "decisão política errada" ao não "abrir concursos" para a renovação das PPP (Parcerias Público-Privadas), Maria Antónia Almeida Santos apresentou um contra-argumento, dizendo que "foram reabertos outros concursos [...], mas não apareceu ninguém" em resposta aos mesmos.

"Quando estamos a falar em problemas reais e na solução para eles, não se pode dizer que foi porque não se quis abrir concurso [para as PPP]", acrescentou ainda a deputada que faz parte da maioria parlamentar do PS. "Essa coisa de estarmos sempre a achar que só nós é que somos os competentes não fica muito bem", acusou ainda, dirigindo-se à sua opositora neste debate.

Estas declarações surgem depois de, nos últimos dias, se terem registado inúmeros casos de falhas nos serviços de obstetrícia e ginecologia por todo o país, derivado de dificuldades em assegurar escalas de profissionais.

Algo que levaria a ministra da Saúde, Marta Temido, a anunciar um "plano de contingência" até setembro para fazer face ao problema que se vive no setor e a criação de uma comissão para acompanhar a resposta das urgências de ginecologia e obstetrícia e dos bloco de partos dos hospitais, integrando coordenadores regionais e um nacional.

Leia Também: "SNS está mal gerido": Cecília Meireles acusa Temido de incompetência

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