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IL defende que é mais útil eleger vereador liberal em Lisboa

O presidente da Iniciativa Liberal (IL) criticou hoje o apelo ao voto útil feito pela candidatura de Carlos Moedas à Câmara de Lisboa, afirmando que um primeiro vereador liberal será mais influente do que o quinto ou sexto do PSD.

IL defende que é mais útil eleger vereador liberal em Lisboa
Notícias ao Minuto

21:19 - 22/09/21 por Lusa

Política Autárquicas

"Olhamos para a vereação de Lisboa, tal como funciona hoje, e vemos que o quinto ou sexto vereador do PSD tem muito menos influência, faz muito menos diferença do que um primeiro vereador liberal", defendeu João Cotrim de Figueiredo durante uma ação de campanha autárquica em Lisboa, de apoio ao candidato liberal Bruno Horta Soares.

O líder do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos, defendeu hoje que qualquer voto que não vá para a coligação PSD/CDS-PP/MPT/PPM/Aliança, encabeçada pelo social-democrata Carlos Moedas, "é um voto em Fernando Medina", atual presidente da câmara, considerando que só há "duas opções, ou socialismo ou liberdade".

"É o género de coisas que terei muito gosto em ver analisada daqui por dois anos, quando estivermos a falar de estratégia política de longo prazo. Ter partidos como o nosso, que fazem estratégia política de longo prazo e não a trocam por cargos ou objetivos táticos, faz toda a diferença", acrescentou o presidente da IL.

João Cotrim de Figueiredo mostrou-se convicto de que "daqui a um ano ou dois", quando se discutir a questão, "vão dar razão à Iniciativa Liberal", defendendo que "os liberais já podem dizer que têm fama de serem particularmente escrutinadores, assertivos nas críticas e nas exigências que fazem para que os dinheiros dos municípios sejam bem utilizados".

Já Bruno Horta Soares sublinhou que "o voto útil, normalmente, só é útil para quem o recebe" e considerou que "o vereador liberal é a única novidade que os lisboetas" poderão levar para a vereação nas eleições do próximo domingo.

Além de Bruno Horta Soares, concorrem à Câmara de Lisboa o atual presidente, Fernando Medina (coligação PS/Livre), Carlos Moedas (coligação PSD/CDS-PP/PPM/MPT/Aliança), Beatriz Gomes Dias (BE), João Ferreira (PCP), Nuno Graciano (Chega), Manuela Gonzaga (PAN), Tiago Matos Gomes (Volt), João Patrocínio (Ergue-te), Bruno Fialho (PDR), Sofia Afonso Ferreira (Nós, Cidadãos!) e Ossanda Líber (movimento Somos Todos Lisboa).

Leia Também: "O voto no domingo no BE é um voto que vai valer a pena"

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