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Tiago Mayan rejeita "tom e estilo" de campanha de "baixo nível"

O candidato presidencial Tiago Mayan Gonçalves afirmou hoje não se rever no "tom e estilo" de campanha de "baixo nível" a que tem assistido e que na sua opinião já tinha sido tentado em alguns debates entre candidatos.

Tiago Mayan rejeita "tom e estilo" de campanha de "baixo nível"
Notícias ao Minuto

12:02 - 15/01/21 por Lusa

Política Presidenciais

"A maioria dos portugueses não quer uma campanha agressiva, carregada de acusações, insinuações e insultos. A história já demonstrou que o extremar de posições e o discurso político baseado em ataques pessoais sem conteúdo nunca traz bons resultados", apontou o candidato a Presidente da República apoiado pela Iniciativa Liberal (IL).

Numa publicação no Twitter, em que não faz referência direta a André Ventura, que tem distribuído insultos por alguns adversários na corrida eleitoral do dia 24 de janeiro, Mayan sublinhou que os candidatos devem apresentar as suas propostas para Portugal de "forma cordata e serena".

Na sua opinião, o discurso ofensivo é prejudicial para essa desejável troca de ideias e para que os portugueses entendam verdadeiramente o que os diferencia.

"Como liberal, embora não me revendo em muitas posições dos meus adversários, entendo que o pluralismo de opiniões é absolutamente essencial numa democracia", frisou.

E acrescentou: "Tudo farei para que o populismo e o extremismo sucumbam à moderação e à boa educação e para que o ódio e o ressentimento sejam derrotados pela construção de soluções positivas para a vida dos portugueses".

André Ventura atacou alguns dos seus adversários políticos num discurso no quarto dia de campanha eleitoral, referindo-se a Ana Gomes como "contrabandista", a João Ferreira como tendo "ar de operário beto de Cascais", a Jerónimo de Sousa como parecendo um "avô bêbedo" e comentando ainda o "batom vermelho" de Marisa Matias, "como se fosse uma coisa de brincar".

Em consequência, um movimento de apoio à candidata apoiada pelo Bloco de Esquerda está a surgir nas redes sociais e, no Twitter, são já muitos são os que aderiram ao movimento #VermelhoemBelem, publicando fotografias com os lábios pintados de vermelho.

No dia em que o país volta a confinar para conter a pandemia de Covid-19, a campanha eleitoral prossegue de maneira diferente para cada candidato, e se uns decidiram continuar na estrada, outros vão trabalhar à distância.

As eleições presidenciais, que se realizam em plena pandemia de Covid-19 em Portugal, estão marcadas para 24 de janeiro e esta é a 10.ª vez que os portugueses são chamados a escolher o Presidente da República em democracia, desde 1976.

Concorrem às eleições sete candidatos, Marisa Matias (apoiada pelo Bloco de Esquerda), Marcelo Rebelo de Sousa (PSD e CDS/PP) Tiago Mayan Gonçalves (Iniciativa Liberal), André Ventura (Chega), Vitorino Silva, mais conhecido por Tino de Rans, João Ferreira (PCP e PEV) e a militante do PS Ana Gomes (PAN e Livre).

Leia Também: Mais de 246 mil eleitores pediram para votar já este domingo

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