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Líder do CDS critica "incoerências" e "sinais contraditórios" do Governo

O CDS-PP, que votou favoravelmente à renovação do Estado de Emergência, diz que "quando o Governo relaxa, são os portugueses que pagam a fatura".

Líder do CDS critica "incoerências" e "sinais contraditórios" do Governo

O dia de ontem ficou marcado pela aprovação da renovação do Estado de Emergência na Assembleia da Repúblicae pelo anúncio de António Costa das medidas que vão vigorar nesse período de exceção. O CDS-PP votou favoravelmente a esta renovação, mas teceu críticas ao Executivo, culpando-o pela situação pandémica"fora de controlo" e de ter "uma abordagem errada".

Depois de anunciadas as medidas que irão vigorar já a partir das 00h00 de sexta-feira,o líder do CDS, Francisco Rodrigues dos Santos apontou novamente falhas ao Governo de António Costa, referindo que, ao contrário do que disse o primeiro-ministro, este confinamento não é igual ao primeiro.

“'Um confinamento igual ao primeiro', excepto em quase TUDO. As incoerências, os sinais contraditórios e a incapacidade de previsão mantêm-se", escreveu na sua página oficial de Facebook, acrescentando que"quando o Governo relaxa, são os portugueses que pagam a fatura".

Recorde-se queo novo confinamento geral devido à pandemia da Covid-19 aplica-se a todo o território nacional continental e entra em vigor a partir das 00h00 de sexta-feira, destacando-se o dever de permanecer em casa e a exceção do ensino presencial.

Entre as novas medidas constam restrições à circulação da população, obrigatoriedade do teletrabalho e encerramento do comércio, com exceção dos estabelecimentos de bens e serviços essenciais. As regras gerais passam por ficar em casa, limitar os contactos ao agregado familiar, reduzir as deslocações ao essencial, usar máscara de proteção, manter o distanciamento físico, lavar as mãos e cumprir etiqueta respiratória.

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