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SNS: Contratar 8.400 profissionais "é quase o mínimo que se pode esperar"

Francisco Louçã comentou esta sexta-feira, na SIC Notícias, o orçamento suplementar que o Governo irá apresentar na primeira quinzena de junho.

SNS: Contratar 8.400 profissionais "é quase o mínimo que se pode esperar"

Francisco Louçã considerou esta sexta-feira que o orçamento suplementar que o Governo irá aprovar dentro de duas semanas dependerá "muito do contexto europeu" e da "margem de manobra que a União Europeia criar no contexto do plano de recuperação que foi anunciado mas que ainda não está aprovado". 

Na antena da SIC Notícias, o antigo coordenador do Bloco de Esquerda sublinhou existir "uma sensação de que estamos perante uma emergência" e que "apoiar o esforço sanitário tem um custo de contratação de pessoas e de compra de equipamentos que é absolutamente necessário para o país".

"Penso que ninguém pode voltar as costas a esse esforço", notou, referindo-se, nomeadamente, a apoios sociais, à tarifa social de apoio à eletricidade, ao apoio ao pagamento de salários, entre outros. 

No seu entender, se o orçamento suplementar for um plano de emergência imediato, o Governo não terá problemas em aprová-lo na Assembleia da República. "Creio que terá um acolhimento razoável e toda a gente espera que isso aconteça",  sublinhou, considerando, no entanto, que "daí a um partido [PSD] dizer que apoiará um documento que não viu já me parece um pouco forçado". 

Para o economista, as grandes prioridades do orçamento suplementar são o reforço do Serviço Nacional de Saúde, de forma a que consiga responder a uma hipotética segunda vaga da pandemia e, paralelamente, reestruturar-se para "recuperar o atraso" de anos. Nesse aspeto, Louçã notou que só recentemente é que começou a haver uma recuperação do SNS  e que "é preciso ir muito mais longe nesse reforço". "O Governo prometeu contratar 8.400 profissionais na área da saúde neste ano e no próximo, isso é quase o mínimo que se pode esperar", atirou. 

Outro dos grandes pilares deste orçamento são, na ótica de Louçã, os apoios sociais e a recuperação económica "para evitar que haja um aumento do desemprego". 

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