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"Sempre disse que mandato da atual direção era para ir a votos em 2019"

Miguel Morgado vai ponderar candidatar-se para suceder a Rui Rio. Mantém as críticas que tem feito e a ideia de que o mandato de Rui Rio é para ir a eleições este ano. Mas a 'bola' está com o Conselho Nacional do partido e se este decidir que haverá eleições, pode muito bem ser candidato.

"Sempre disse que mandato da atual direção era para ir a votos em 2019"

Miguel Morgado, o antigo assessor de Passos Coelho, é um dos nomes entre os sociais-democratas que tem sido avançado como candidato à liderança do PSD.

Recorde-se que o período de divisões internas no seio do PSD conheceu hoje nova etapa com as notícias que dão conta que Luís Montenegro irá desafiar Rui Rio a convocar eleições luís internas.

Luís Montenegro deverá apresentar, na sexta-feira, a sua candidatura. 

Miguel Morgado encontrava-se na convenção Movimento Europa e Liberdade, que decorre até amanhã em Lisboa, na altura em que foi conhecido o desafio de Montenegro a Rio.

À saída, à antena da RTP 3, questionado sobre se ponderava uma candidatura, Miguel Morgado devolveu uma resposta em forma de pergunta: "Não vai haver eleições, pois não? Até agora não fui informado que iria haver eleições no PSD. A única coisa que eu sei é o que vocês sabem na comunicação social".

Logo de seguida, questionado sobre se ponderaria candidatar-se caso haja eleições, o social-democrata respondeu: "A única coisa que eu sei é que há, digamos assim, mobilizações, para por ventura convocar um Conselho Nacional extraordinário para se tomar uma decisão sobre eleições diretas antecipadas no PSD".

Porém, destacou, "primeiro, ainda não houve convocatória, pelo menos que eu saiba. E depois o Conselho Nacional tem que se pronunciar, eles é que são os representantes dos militantes, eles é que vão decidir".

"Sempre disse", acrescentou de seguida, "que achava que o mandato da atual direção e do atual presidente era um mandato para ir a eleições no ano 2019. Continuo a dizê-lo. Mas também reconheço legitimidade ao Conselho Nacional" para se pronunciar sobre eventuais eleições internas antecipadas.

"Sei quais são as minhas responsabilidades, respondo por todas as críticas que tenho feito publicamente nos últimos meses (...) tenho uma divergência de fundo com o presidente do partido relativamente à orientação estratégica global que está a ser seguida desde 2018. Mantenho essas posições. Também fui crítico de todos aqueles - onde me incluí - que nas eleições não foram a votos, cada um pelas suas razões, mas acho que foi uma falta que cometemos na altura porque não demos uma oportunidade aos militantes de terem uma escolha mais ampla do que a  que ficaram reduzidos, entre Santana Lopes e Rui Rio", explicou.

Quando houver um cenário de eleições, fará a sua "ponderação". "Por enquanto não há".

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