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Enquanto cidadão, Marcelo sempre foi favorável ao regime de propinas

Presidente da República explica que o fim das propinas no ensino superior, numa perspetiva de maior qualificação dos portugueses, é um passo na direção certa.

Enquanto cidadão, Marcelo sempre foi favorável ao regime de propinas

Depois de ter frisado que concordava com o fim da propinas no ensino superior, Marcelo Rebelo de Sousa traça agora uma separação entre o Marcelo Cidadão e o Marcelo Presidente.

Através de uma nota publicada no site da Presidência da República, o Chefe de Estado esclarece que "enquanto cidadão, sempre foi favorável à existência de um regime de propinas, considerando que os montantes deviam refletir a capacidade económica dos que as pagavam, de forma direta ou com recurso a esquemas de ação social escolar". 

O comunicada da Presidência da República surge depois de David Justino, vice-presidente do PSD, ter recordado que Marcelo era presidente dos sociais-democratas quando foi aprovado o acordo do atual regime de propinas em 1997, que resultou num aumento das mesmas Uma subida significativa. Passaram de 1.200 escudos para 50 mil escudos na altura (seis euros para 250 euros). 

Na nota da Presidência da República pode ler-se que "como Presidente da Comissão Política Nacional do PSD, Marcelo optou, em 1997, pela abstenção na votação da proposta de lei do Governo socialista, viabilizando-a, sem com ela, cabalmente, concordar". 

No entanto, há uma questão que o Presidente considera fundamental e que ajuda a explicar a sua recente posição relativamente ao fim das propinas no ensino superior. "A experiência destes últimos vinte anos mostra que o país não recuperou os seu atraso nas qualificações como seria desejável". 

Marcelo considera assim que o "anúncio a prazo da extinção de propinas, supondo tal ser possível, como um passo na direção enunciada e tendo em vista o objetivo nacional de aumentar substancialmente a qualificação dos portugueses" faz parte da estratégia "do nosso desenvolvimento futuro, à semelhança do que se verifica nos mais desenvolvidos países europeus".

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