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PSP e GNR "têm de ter os direitos garantidos na próxima legislatura"

Líder do PAN reagiu, esta quarta-feira, ao adiamento do protesto das estruturas sindicais destas forças de segurança.

PSP e GNR "têm de ter os direitos garantidos na próxima legislatura"
Notícias ao Minuto

11:17 - 21/02/24 por Notícias ao Minuto

Política Inês Sousa Real

A porta-voz do PAN, Inês Sousa Real, reagiu, esta quarta-feira, ao adiamento do protesto das estruturas sindicais da Polícia de Segurança Públicia (PSP) e da Guarda Nacional Republicana (GNR), a partir do Porto, onde está em ação de pré-campanha.

Para a deputada, a decisão de adiar os protestos "é sensata na medida em que não haja qualquer contaminação do processo quer a nível negocial quer ao nível da percepção da sociedade civil em relação aquilo que [as forças de segurança] estão a reivindicar - que é da mais elementar justiça".

"É uma reivindicação mais do que justa por parte destes profissionais, mas que não deve ser de alguma forma contaminada por ações que possam de alguma forma descredibilizar o próprio movimento ou pôr em causa a negociação que neste momento está a decorrer", salientou, acrescentando que, para o PAN é "imperioso" garantir "que esses profissionais têm os seus direitos garantidos na próxima legislatura".

"É imperioso que na próxima legislatura e que, tomada a posse quer do governo quer da Assembleia da República, se trabalhe para a PSP, a GNR, mas também os bombeiros voluntários, tenham acesso ao subsídio de risco e à reforma antecipada", atirou.

Sobre a manifestação da passada segunda-feira, junto ao Capitólio, em Lisboa, onde decorreu o debate entre Luís Montenegro e Pedro Nuno Santos, Inês Sousa Real defendeu que, "por mais justa que seja a sua reivindicação, devem ser apurados os factos que levaram à ocorrência dessa manifestação e se houve algum atropelo ao Estado de Direito".

Já questionada sobre a possibilidade de fazer parte de uma "solução à Esquerda" na próxima legislatura, a líder do PAN reiterou que o "grande compromisso do PAN é com as causas e os valores que representa e com as pessoas" e que, perante isso, "é necessário olhar para quem esteja nas condições de formar Governo e ver de que forma é que se aproximam das causas que o PAN representa", não respondendo diretamente se está disponível ou não para fazer acordos após as eleições.

Leia Também: "Legitimidade"? A posição dos polícias e que consequências após Capitólio

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