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Fenprof anuncia protesto na rua. Governo "tarda em iniciar negociações"

O sindicato dos professores aponta incongruências ao Executivo liderado por António Costa.

Fenprof anuncia protesto na rua. Governo "tarda em iniciar negociações"
Notícias ao Minuto

11:45 - 19/01/19 por Notícias Ao Minuto 

País Fenprof

A Fenprof acusa o Governo de tardar "em iniciar as negociações, com vista à recuperação do tempo de serviço que esteve congelado, apesar de, num primeiro momento, ter revelado uma pressa inusitada". Como tal, o sindicato anuncia que os próximos passos incluem um protesto na rua.

As críticas ao Governo surgem em comunicado enviado este sábado às redações, com o sindicato de docentes a apontar incongruências ao Executivo.

"Esta negociação resulta do disposto no artigo 17.º da Lei do Orçamento do Estado para 2019 e, recorda-se, o Governo pretendeu concretizá-la ainda antes de o mesmo ter entrado em vigor. A partir do momento em que passou a vigorar, o Governo parece ter mudado de posição", critica-se, com 'aviso à navegação'.

"As organizações sindicais reclamam o início das negociações e, face ao aparente interesse do governo em não lhes dar início, vão exigir junto do Conselho de Ministros que as mesmas comecem", acrescenta-se.

"Por não terem recebido qualquer resposta do primeiro-ministro, a quem solicitaram que a primeira convocatória lhes fosse enviada até 18 de janeiro, as organizações sindicais de docentes irão agora manifestar a sua exigência na rua", anuncia-se.

Em causa está uma concentração agendada para junto do ministério da Educação, na Avenida Infante Santo, em Lisboa, na próxima quinta-feira, dia 24 de janeiro.

"Aí", acrescenta-se, os professores em protesto "aprovarão uma moção, que será entregue no ministério da Educação, e seguirão até à presidência do Conselho de Ministros, onde os governantes estarão reunidos".

"Já na Rua Gomes Teixeira, onde ficarão concentrados, em protesto e exigência, terão lugar intervenções por parte das organizações sindicais que, de seguida, se deslocarão à presidência do Conselho de Ministros" para entregar a tal moção que será aprovada "e reiterar a sua justa exigência".

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