“Se a vinda do Papa for um fator de coesão popular já valeu a pena”

Joaquim Jorge confessa-se pouco crente, mas não poupa elogios a um Papa que considera estar à frente de uma Instituição retrógada.

© Joaquim Jorge
País Joaquim Jorge

Joaquim Jorge dedica a sua crónica desta sexta-feira à visita do Papa a Portugal, naquilo que considera tratar-se de um “acontecimento incontornável em Portugal com direito a tolerância de ponto e com a presença de Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa”.

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“O país parou e foi tudo para Fátima”, atira, considerando que “é um fenómeno cultural e um fenómeno social”.

Para o fundador do Clube dos Pensadores, Francisco é um Papa “moderno, não protocolar, inspirador, tolerante, apesar de estar à frente de uma Instituição retrógrada e completamente desfasada da realidade”, motivo pelo qual “é difícil não se gostar do Papa Francisco, quer católicos, quer agnósticos quer ateus”.

Confessando-se uma pessoa pouco crente e que lhe faz “muita angústia” ver pessoas a fazerem centenas de quilómetros para chegarem a Fátima, Joaquim Jorge considera contudo que “se a vinda do Papa for um fator de coesão popular já valeu a pena”.

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