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Mares Negro e de Azov têm agora duas passagens seguras, diz Rússia

O responsável pela pasta da Defesa russa garantiu que o porto de Mariupol estava livre de minas

Mares Negro e de Azov têm agora duas passagens seguras, diz Rússia

O ministro da Defesa da Rússia garantiu, esta terça-feira, que o porto de Mariupol está desminado e que foram criadas passagens seguras para os navios civis.

"Uma série de medidas foram tomadas para garantir a segurança  da navegação nos mares Negro e de Azov. Criámos duas passagens seguras para que os navios civis possam circular", afirmou, citado pela agência Sputnik.

"O perigo das minas nas águas de Mariupol foi completamente eliminado", rematou.

Recorde-se que ainda hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia pediu aos aliados para que restrinjam o acesso marítimo aos navios russos, por forma a que o número de exportações do país - que são um grande fonte de riqueza -  sejam afetadas.

A comunidade internacional tem vindo a condenar o bloqueio das exportações de trigo da Ucrânia por parte da Rússia. É do Mar de Azov que saem os bens essenciais do país que é conhecido como o 'celeiro da Europa". Enquanto a comunidade internacional condena as ações do Kremlin, os responsáveis russos negam que estão a bloquear a exportação e que apenas será necessário que as autoridades ucranianas desminem o local - o que também facilitaria a passagem de navios russos até à costa ucraniana.

A situação do trigo bloqueado no Mar de Azov, na Ucrânia, tem despertado a atenção da comunidade internacional. Em causa está a possibilidade de uma crise de insegurança alimentar se alastrar a nível global. Recorde-se que a Organização das Nações Unidas (ONU) já reduziu as rações alimentares em pelo menos dez países africanos.

Já o secretário-geral da ONU disse que o problema poderá ainda piorar uma vez que, para este ano "o trigo existe", mas, para o ano, e tendo em conta que o conflito em território ucraniano se poderá prolongar - e que a Ucrânia é considerado o 'celeiro da Europa' -, o bem essencial poderá não ser plantando ou colhido.

Leia Também: Espanha concedeu proteção temporária a 127.500 refugiados ucranianos

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