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Homem detido por se vacinar repetidamente para vender certificados

Um homem foi detido na Eslovénia suspeito de ter recebido sete doses da vacina contra a covid-19, cinco das quais para vender certificados de vacinação a terceiros, divulgaram hoje vários órgãos de comunicação social locais.

Homem detido por se vacinar repetidamente para vender certificados
Notícias ao Minuto

19:13 - 22/12/21 por Lusa

Mundo Covid-19

"O suspeito recebeu pequenas quantias em dinheiro de quatro suspeitos, que se aproveitaram da sua situação social difícil e o incentivaram a cometer este crime, sem se preocuparem com a sua saúde", explicou um porta-voz da polícia, citado pelo jornal Dnevnik.

Além desta detenção, quatro outras pessoas foram acusadas de pagarem para que outra pessoa fosse vacinada em seu nome.

A fonte policial salientou que a falsificação de documentos pode resultar numa pena de até três anos de prisão.

O esloveno foi detido quando se preparava para receber uma oitava dose da vacina contra a covid-19, utilizando documentos de outra pessoa.

As sete doses anteriores foram recebidas em vários centros médicos do país, duas vezes com documentação própria, e cinco outras em nome de terceiros.

As autoridades de saúde ainda não apontaram as possíveis consequências para uma vacinação múltipla.

Em setembro tinha sido noticiado que pessoas em situações sociais frágeis na Eslovénia foram vacinadas com documentação de outras pessoas em troca de dinheiro, embora estes rumores nunca tenham sido confirmados, noticiou a agência espanhola EFE.

O jornal diário esloveno Delo indicou que em setembro um homem viciado em heroína recebeu 23 doses da vacina, para vender certificados de vacinação.

A covid-19 provocou mais de 5,36 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 na China e atualmente com variantes identificadas em vários países, a última das quais, a Ómicron, considerada particularmente contagiosa.

Leia Também: Catarina não se vacinou. Após coma, conta a sua luta contra a Covid-19

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