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Catalunha: Sánchez reúne-se com três principais líderes da oposição

O primeiro-ministro do Governo espanhol, o socialista Pedro Sánchez, vai ter reuniões bilaterais ao longo do dia, em Madrid, com os líderes dos três principais partidos da oposição, Partido Popular, Cidadãos e Unidas Podemos.

Catalunha: Sánchez reúne-se com três principais líderes da oposição

A violência que está a ter lugar na região espanhola da Catalunha desde segunda-feira, depois de ter sido conhecida a condenação de 12 políticos regionais envolvidos na tentativa de independência é o tema principal do encontro de Pedro Sánchez com Pablo Casado (PP), Albert Rivera (Cidadãos), e Pablo Iglesias, (Unidas Podemos).

"Uma minoria está a querer impor a violência na Catalunha e quebrar a convivência. O independentismo tem de condenar com veemência essa violência", segundo um comunicado do enviado aos meios de comunicação social.

Madrid sublinha que "é claro" que não se está perante um movimento de cidadãos pacíficos, mas sim por "grupos extremistas que usam a violência nas ruas para acabar com a convivência" naquela região.

O Governo volta a expressar o seu "profundo reconhecimento" a todas as forças de segurança que estão a enfrentar os grupos violentos e assegura que "garantirá a segurança e convivência" na Catalunha e se for necessário irá agir com "firmeza, proporcionalidade e unidade".

As forças de segurança já detiveram 51 pessoas desde o início dos atos de violência que começaram na segunda-feira na região espanhola da Catalunha, segundo dados provisórios fornecidos hoje pelo Governo espanhol.

Os números dão ainda conta de 72 feridos entre os polícias que tomaram parte nas operações de manutenção da ordem - 54 polícias regionais e 18 nacionais -, mas não fazem referência aos casos entre os manifestantes.

Madrid também dá conta de que em Barcelona os grupos mais violentos fizeram 157 "barricadas com fogueiras" e quatro carrinhas da polícia regional (Mossos d'Esquadra) foram "inutilizadas".

Barcelona tornou-se, na noite de terça-feira, cenário de uma batalha campal entre polícias e manifestantes, que construíram barricadas, queimaram mobiliário urbano e pneus, fizeram fogueiras e atiraram pedras e petardos contra os polícias.

O Tribunal Supremo espanhol condenou na segunda-feira os principais dirigentes políticos envolvidos na tentativa de independência da Catalunha a penas que vão até um máximo de 13 anos de prisão, no caso do ex-vice-presidente do governo catalão.

Assim que foi conhecida a sentença, uma série de grupos de independentistas iniciaram movimentos de protesto em todo o território da comunidade autónoma espanhola mais rica.

A polícia antidistúrbios carregou sobre um grupo que protestava no exterior do aeroporto de Barcelona enquanto outros grupos separatistas incendiaram pneus para impedir a circulação de comboios e alguns bloquearam a circulação rodoviária em estradas da região.

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