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Igrejas no Sri Lanka vão celebrar missas no domingo sob alta vigilância

As igrejas católicas no Sri Lanka vão celebrar as missas públicas de domingo sob alta vigilância, após os atentados de 21 de abril contra igrejas e hotéis e que fizeram 253 mortos, anunciou hoje o cardeal Malcolm Ranjith.

Igrejas no Sri Lanka vão celebrar missas no domingo sob alta vigilância
Notícias ao Minuto

12:38 - 30/04/19 por Lusa

Mundo Cardeal

Segundo o arcebispo de Colombo, a Igreja Católica está empenhada em garantir a situação em termos de segurança antes de retomar os serviços diários e acompanha de perto as investigações do Governo sobre os ataques.

Em declarações à agência de notícias France-Presse, o padre garantiu que no domingo retomam as missas, contudo vão começar "com um número reduzido" e perceber se podem aumentá-las "pouco a pouco, de acordo com a evolução da situação".

Um alto funcionário da Igreja Católica local anunciou na quinta-feira que as igrejas foram fechadas e todas as repartições públicas canceladas a conselho das forças de segurança, por temer uma repetição dos ataques de 21 de abril.

No domingo, uma semana depois do ataque, o cardeal Ranjith celebrou uma missa privada transmitida em direto na televisão.

No mesmo dia, o Presidente do Sri Lanka proibiu o uso de qualquer peça de roupa que tape o rosto.

O cardeal Ranjith considerou que a proibição do Governo de usar véus era boa, mas não o suficiente para proteger os fiéis de novos ataques.

Os atentados, que foram reivindicados pelo grupo extremista Estado Islâmico, fizeram 253 mortos, entre os quais 11 cidadãos da Índia, seis do Reino Unido, quatro da República Popular da China, três da Dinamarca e um português.

Pelo menos cinco estrangeiros feridos nos atentados continuam hospitalizados.

Após os ataques, o governo declarou estado de urgência permitindo às autoridades mais condições para investigar.

Até ao momento foram presas 150 pessoas suspeitas de envolvimento nos vários ataques que ocorreram no domingo de Páscoa e que atingiram igrejas católicas e hotéis.

Entretanto, o chefe de Estado, Maithripala Sirisenal, levantou as restrições ao uso das redes sociais que foram aplicadas após o dia 21 de abril e pediu para que "as pessoas utilizem a internet de forma responsável".

Na altura dos atentados o governo justificou as restrições comunicando que as redes sociais estavam a difundir informações incorretas.

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