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"Não daríamos o poder, e nunca o vamos dar, aos extremistas"

O primeiro-ministro sueco, Stefan Löfven, disse hoje em Madrid que os quatro meses de negociações que levaram à formação de um governo de quatro partidos na Suécia mostram que os extremistas nunca terão o poder.

"Não daríamos o poder, e nunca o vamos dar, aos extremistas"
Notícias ao Minuto

13:33 - 23/02/19 por Lusa

Mundo Suécia

"Mostrámos [com essa formação de governo] que não daríamos o poder, e nunca o vamos dar, aos extremistas", afirmou Stefan Löfven no seu discurso de encerramento da convenção do Partido Socialista Europeu (PSE), em Madrid, adiantando saber que os valores do seu país "estão em perigo em muitos países do continente" europeu.

"Devemos dizer à população que os extremistas, os nacionalistas, não têm a resposta. Devemos construir uma Europa de solidariedade e igualdade de direitos", acrescentou.

Para Stefan Löfven, os resultados da eleição na Suécia "foram muito complicados", adiantando que "há um risco de o bloco extremista levar a um impasse".

Em meados de janeiro, o parlamento sueco reconduziu Stefan Löfven, que vai governar em minoria com os Verdes graças a um acordo com o centro-direita, pondo assim fim a um impasse político de quatro meses.

O social-democrata Stefan Löfven recebeu 115 votos a favor, 153 contra e 77 abstenções, cumprindo a condição estabelecida no sistema sueco para ser eleito primeiro-ministro: não ter a maioria da Câmara contra, ou seja, 175 votos.

Esta foi a terceira votação realizada desde as eleições legislativas de setembro, nas quais o bloco esquerdista de Löfven, cujo partido foi o mais votado, ganhou 144 assentos, contra 143 da Aliança e 62 da extrema-direita, isolada pelos outros partidos políticos.

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