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Escolha do sucessor de Horst Seehofer na CSU marcada para janeiro

O líder da União Social-Cristã (CSU) da Baviera e ministro do Interior alemão, Horst Seehofer, que vai deixar a presidência do partido, marcou hoje para 19 de janeiro um congresso extraordinário para eleger o seu sucessor.

Escolha do sucessor de Horst Seehofer na CSU marcada para janeiro
Notícias ao Minuto

10:59 - 16/11/18 por Lusa

Mundo Alemanha

"O ano de 2019 será o ano da renovação da CSU. Por isso, convocarei um congresso extraordinário da CSU com eleições para a presidência do partido para 19 de janeiro. Nesse momento porei à disposição o meu cargo como presidente do partido", anunciou hoje Seehofer num comunicado.

Para o líder do partido bávaro, aliado da CDU de Angela Merkel, "as bases do partido terão no congresso oportunidade suficiente para discutir como é que a CSU pode voltar a conquistar mais confiança da população".

Horst Seehofer anunciou na segunda-feira que vai deixar a presidência do seu partido, mas continuará no cargo de ministro no Governo da chanceler Angela Merkel.

"Vou deixar a minha posição como presidente da CSU, a decisão está tomada", disse o líder social-cristão, acrescentando que isso não afeta em nada a sua posição como ministro do Interior.

Na altura, Seehofer mostrou-se agradecido por este "longo período" de dez anos em que pôde desempenhar a função de presidente do seu partido - que faz parte da coligação com a União Democrata-Cristã (CDU), de Angela Merkel -, um cargo que qualificou de "emocionante e substancial".

Os sociais-cristãos de Seehofer sofreram um revés nas eleições regionais do estado da Baviera, a 14 de outubro, nas quais perderam a sua tradicional maioria absoluta.

Os resultados dessas eleições, assim como os maus resultados da CDU de Merkel nas eleições no estado de Hesse uma semana depois, foram interpretadas a nível federal como uma consequência direta dos persistentes conflitos internos dentro da grande coligação do Governo, integrada pelo bloco conservador entre a CDU e a CSU e pelos sociais-democratas, formada em março passado após um árduo processo de negociação.

Angela Merkel também anunciou, a 29 de outubro, que em dezembro não vai candidatar-se à reeleição como líder da CDU, a que preside desde 2000, nem concorrer ao cargo de primeira-ministra quando em 2021 terminar a atual legislatura.

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