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Teste de 5 minutos identifica quem tem risco de demência 10 anos à priori

Ao medir o quão intenso é o fluxo sanguíneo direcionado para o cérebro, os especialistas conseguiram apurar que os indivíduos com os valores mais elevados apresentavam igualmente uma probabilidade 50% maior de virem a perder capacidades mentais.

Teste de 5 minutos identifica quem tem risco de demência 10 anos à priori
Notícias ao Minuto

08:00 - 12/11/18 por Liliana Lopes Monteiro  

Lifestyle Revolução da ciência

Um novo e revolucionário teste de cinco minutos consegue detetar aqueles que estão mais propensos a virem a padecer de demência – até uma década antes dos primeiros sintomas aparecerem.

Os cientistas apuraram que analisar os glóbulos vermelhos presentes no pescoço ajuda a prever se um individuo de meia idade irá sofrer de algum tipo de declínio cerebral nos 10 anos seguintes.

Perda de memória, de concentração e de competências linguísticas são sinais precoces de demência.

Para efeitos daquela pesquisa, uma equipa de cientistas da instituição de ensino superior britânica University College London realizou ultrassons em aproximadamente 3,200 pessoas entre os 40 e os 50 anos, e seguiu esses voluntários durante 15 anos.

O exame ao pescoço mediu o quão forte era o fluxo sanguíneo direcionado ao cérebro.

Aqueles que registaram valores mais elevados mostraram ter um risco 50% mais elevado de virem a perder competências mentais na década posterior, comparativamente ao resto dos participantes.

Cada vez que o coração bate, gera uma ‘pulsação’ que viaja por todo o corpo. As artérias saudáveis amortecem esse impacto, prevenindo que essa ‘pulsação’ atinja os vasos sanguíneos mais delicados.

Todavia, o processo global de envelhecimento humano e a incidência de condições como a pressão arterial elevada provocam o seu endurecimento, diminuindo o seu efeito protetor.

Como tal, esses vasos mais frágeis que abastecem o cérebro podem ser danificados por essas pulsações mais fortes, o que por sua vez resulta na ocorrência de pequenos derrames cerebrais – aumentando assim exponencialmente o risco de demência.

Os resultados revolucionários foram apresentados na semana passada na Conferência ‘American Heart Association Scientific Sessions’, em Chicago, nos Estados Unidos.

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