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Goucha comenta livro polémico: "Desejo de retrocesso civilizacional"

"Há um ou dois [textos] que põem em causa a reconquista dos direitos das mulheres que podem refletir uma tentativa ou um desejo de retrocesso civilizacional", notou o apresentador.

Notícias ao Minuto

09:13 - 15/04/24 por Notícias ao Minuto

Fama Manuel Luis Goucha

Manuel Luís Goucha não ficou indiferente à polémica gerada à volta do livro 'Identidade e Família'. Num vídeo que partilhou este domingo, 14 de abril, o apresentador da TVI deu a sua opinião sobre o assunto, aproveitando para promover um outro livro, o qual aconselhou a leitura. 

Trata-se de 'A Desobediente', a história de Maria Teresa Horta escrita pela jornalista Patrícia Reis.

"Este livro é importante porque relata a condição da mulher antes do 25 de abril de 1974", defende. 

"Aqui vamos encontrar factos históricos que poderão servir de argumentos contra ideias retrógradas, obsoletas, que procuram pôr em causa os Direitos da Mulher", sublinha. 

Entretanto, refere-se à polémica coletânea de textos: "Ainda agora saiu um outro livro chamado 'Identidade e Família'. Não posso ser leviano e falar de forma muito consistente sobre este livro porque não o li, contudo, li alguns textos e parte de outros". 

Na visão do apresentador da TVI "há um ou dois que põem em causa a reconquista dos direitos das mulheres que podem refletir uma tentativa ou um desejo de retrocesso civilizacional". 

"Um dos textos fala da estranheza que o autor sente ao ver muitas mulheres que se dizem mal tratadas, violentadas, menorizadas ao longo dos séculos, porque - diz o autor - sendo elas em maior número que os homens, certamente que teriam mais que condição para se revoltarem, denunciarem tais situações", contextualiza. 

"Isto é um absurdo!", atira Goucha, notando que as "mulheres não tinham voz" para se revoltarem e sempre que o faziam era punidas por essa "desobediência".

"As mulheres não tinham voz numa sociedade exclusivamente dominada por homens", recorda. 

Para Goucha, o livro 'Identidade e Família' não deve ser proibido, pois a pluralidade de opinião é o que faz a democracia, contudo, aconselha os admiradores a basearem-se em factos históricos. 

"Não é preciso ser-se de esquerda para defender isto, e preciso ser-se democrata", completa. 

Veja o vídeo na galeria.

Leia Também: A reação dos famosos ao livro (e debate) polémico da semana

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