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Secretária de Estado do Turismo quer "estabilizar" impostos no setor

A secretária de Estado do Turismo garantiu hoje que não haverá mexidas nos impostos no setor do turismo no próximo Orçamento do Estado e mostrou-se contrária à aplicação da taxa turística em todo o país.

Secretária de Estado do Turismo quer "estabilizar" impostos no setor
Notícias ao Minuto

06:25 - 24/09/17 por Lusa

Economia Ana Mendes Godinho

Em entrevista à Antena 1 e ao Negócios, Ana Mendes Godinho revelou que, em matéria de impostos no setor do turismo, a ideia é "estabilizar".

Em relação à aplicação da taxa turística a todo o país, a secretária de Estado do Turismo considerou que, em Lisboa, a medida foi bem aplicada, mas defendeu que tem de ser definido em função das realidades locais.

Desde que o destino revele maturidade, Ana Mendes Godinho não vê obstáculos à aplicação da taxa no Porto.

Nesta entrevista à Antena 1 e ao Negócios, a governante afirmou que o crescimento do turismo em Portugal é de tal forma que este é já um "case study" na Europa.

Segundo Ana Mendes Godinho, o crescimento das receitas está a ser o dobro do número de crescimento de turistas, porque tem sido feita uma aposta nos mercados que gastam mais.

Sobre este crescimento, a secretária de Estado do Turismo disse que faz com que a banca atualmente esteja disposta a assumir mais riscos no financiamento de projetos ligados ao setor.

De acordo com Ana Mendes Godinho, há mais de 330 projetos aprovados, uma taxa de execução de 30%, 1.500 empresas envolvidas e 600 milhões de investimento.

A secretária de Estado do Turismo não acredita que haja um excesso de oferta turística em Lisboa, nem que exista uma bolha.

"Nos dobramos as receitas previstas como previmos há 10 anos sem problemas. Ainda há muito para crescer e para desconcentrar nas cidades", disse.

Sobre os cancelamentos de voos da Ryanair, Ana Mendes Godinho disse que o governo ainda não tem uma noção exata do seu impacto no turismo português.

Nesta entrevista à Antena 1 e ao Negócios, assegurou que não se justifica cair em "alarmismos" e que não há "um impacto significativo".

O Turismo de Portugal e a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) estão a fazer essa avaliação, disse, acrescentando que quem ficar sem voo vai sempre ter alternativa, uma vez que há diversidade de opções em Portugal.

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