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BCE aprovou por unanimidade novo objetivo de inflação

O conselho do Banco Central Europeu (BCE) aprovou "por unanimidade" o novo objetivo de inflação, que é uma taxa média de 2% a médio prazo, considerando que é melhor para a manutenção da estabilidade de preços.

BCE aprovou por unanimidade novo objetivo de inflação
Notícias ao Minuto

13:54 - 29/07/21 por Lusa

Economia BCE

A ata da reunião de 7 de julho, na qual o BCE reviu a sua estratégia de política monetária, explica que o novo objetivo de 2% foi considerado como estando "em conformidade com a prática internacional".

A nova estratégia do BCE prevê "um objetivo de inflação simétrico de 2% a médio prazo" e "implica que a inflação poderá exceder moderadamente 2% durante um período transitório", de acordo com a ata hoje publicada.

Além disso, os membros do conselho do BCE consideraram que este novo objetivo proporciona "um equilíbrio adequado entre evitar o custo de bem-estar da inflação e manter uma margem de manobra suficiente para a política monetária em caso de choques adversos".

O conselho do BCE considerou de um modo geral que o objetivo anterior de uma taxa de inflação próxima de, mas inferior, a 2% era "demasiado desafiante".

Além disso, a maioria dos membros do conselho do BCE foi da opinião que o objetivo anterior, estabelecido há 18 anos, deu origem a "perceções erradas sobre as aspirações do BCE".

Por conseguinte, "a fim de melhorar a clareza sobre o objetivo da estabilidade de preços e com o objetivo de ancorar melhor as expectativas de inflação, o conselho do BCE decidiu alterar a sua redação", acrescenta a ata.

Este objetivo é simétrico, o que significa que desvios positivos ou negativos em relação a este objetivo são igualmente indesejáveis.

O conselho do BCE também reconheceu que "a existência de um limite inferior efetivo das taxas de juro nominais exigia uma reação particularmente forte ou persistente a grandes choques adversos, o que pode implicar que a inflação possa exceder 2% durante um período de transição".

Leia Também: BCE sobe em 3,3% as compras de dívida devido à pandemia

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