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'Operação Trapos'. Fisco deteta fraude de 7,5 milhões no setor têxtil

No âmbito desta ação foram realizadas 26 buscas, domiciliárias e não domiciliárias, bem como a execução de sete mandados de detenção fora de flagrante delito. O Fisco estima que em causa estejam vantagens patrimoniais ilegítimas que ascendem a 7,5 milhões de euros.

'Operação Trapos'. Fisco deteta fraude de 7,5 milhões no setor têxtil
Notícias ao Minuto

14:47 - 21/07/21 por Notícias ao Minuto 

Economia Operação Trapos

A Autoridade Tributária (AT) anunciou, esta quarta-feira, que detetou um esquema alegadamente fraudulento e que envolve um conjunto de empresas e indivíduos que operam na indústria têxtil. O Fisco estima que em causa estejam vantagens patrimoniais ilegítimas que ascendem a 7,5 milhões de euros.

"O valor global dessas vantagens patrimoniais ilegítimas estima-se, por ora, em cerca de 7,5 milhões de euros, verificando-se que os proventos desta atividade delituosa são branqueados com a realização de negócios no setor imobiliário", refere a AT, em comunicado

No âmbito desta ação foram realizadas, no dia 12 de julho, 26 buscas, domiciliárias e não domiciliárias, bem como a execução de sete mandados de detenção fora de flagrante delito.

Foram alvos "empresas e indivíduos que operam no setor da indústria têxtil, por suspeitas da prática, entre outros, dos crimes de Fraude Fiscal Qualificada, Burla Tributária, Fraude na Obtenção de Subsídio e Branqueamento de Capitais", pode ler-se no mesmo comunicado. 

"Este esquema delituoso sustenta-se na existência de diversas sociedades geridas, de facto, por um único individuo, que socorrendo-se do auxilio de funcionários, contabilistas e os chamados 'testas de ferro', através de um complexo sistema de faturação cruzada, da utilização de diversa faturação falsa, e da realização de negócios não faturados, logrou obter vantagens patrimoniais ilegítimas em sede de IRC e IVA, bem como ainda obter subsídios de forma ilegítima", explica a AT. 

Os arguidos detidos foram já sujeitos a primeiro interrogatório judicial tendo sido decretadas medidas de coação que, genericamente, explica o Fisco, "consistem em prestação de cauções económicas, proibição de contactos, apresentações periódicas em postos policiais e proibição de exercício de funções".

Além disso, foi decretado o "arresto preventivo de diversos imóveis pertencentes a uma das empresas arguidas cujo valor global foi fixado em 2.486.649,96 euros", adianta a AT.

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