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Efervescência mantém-se em Wall Street com recordes de índices

A bolsa nova-iorquina continua em efervescência, com o entusiasmo dos investidores a levar os índices bolsistas mais emblemáticos a estabelecerem recordes durante a sessão, abalado apenas perto do final do dia por notícias sobre a Pfizer.

Efervescência mantém-se em Wall Street com recordes de índices
Notícias ao Minuto

22:59 - 03/12/20 por Lusa

Economia Wall Street

Os resultados definitivos da sessão indicam que o Nasdaq avançou 0,23%, para 12.377,18 pontos, e que o seletivo Dow Jones Industrial Average progrediu 0,29%, para as 29.969,52 unidades, depois de ter voltado a superar as 30 mil durante o período das transações.

Ao contrário, o alargado S&P500 perdeu 0,06%, para 3.666,72 pontos.

A divulgação de indicadores positivos e o desempenho bolsista da Boeing basearam o otimismo dos investidores ao longo do dia.

Porém, este entusiasmo, que permaneceu forte, foi relativamente abalado com a notícia do Wall Street Journal, divulgada quase no final da sessão, segundo a qual o laboratório Pfizer estava com dificuldades na sua cadeia de abastecimento para entregar a totalidade das suas vacinas anti-coronavírus previstas para 2020. A ação Pfizer fechou a perder 1,74%.

Mas o mercado bolsista permaneceu globalmente bem orientado, apoiado pela informação sobre os pedidos semanais de subsídio de desemprego, que enfraqueceram pela primeira vez em três semanas, ao serem 712 mil, abaixo dos 775 mil previstos.

Os investidores também foram tranquilizados pelas estatísticas relativamente positivas sobre a atividade dos serviços.

O índice dos diretores de compras ISM relativo a novembro mostrou que a expansão continua e a um ritmo mais apoiado do que previsto.

Também o índice da IHS-Markit, sobre o setor dos serviços, apresentou uma progressão superior à de há um ano, antes da pandemia.

"É um inquérito de opinião. Isso significa que quando se colocam questões aos diretores de compras eles estão mais otimistas do que no novembro anterior ao covid. É isto que é encorajador", especificou Gregori Volokhine, da Meeschaert Financial Services.

"O mercado está em alta, apesar de o Nasdaq não ter estabelecido um novo recorde. O Dow comportou-se bem, graças à Boeing que ganhou quase 6,0%", indicou, por seu lado, Peter Cardillo, da Spartan Capital Securities.

O desempenho bolsista do construtor aeronáutico resultou de uma encomenda importante de aparelhos 737 MAX pela Ryanair.

As transportadoras aéreas beneficiaram com a notícia. A American Airlines e a United Airlines fecharam com fortes subidas, de 8,28% e 6,81%, respetivamente.

Cardillo mencionou ainda que houve investidores a desfazerem-se de ações perto do fim da sessão, para se posicionarem para a divulgação dos números oficiais sobre o emprego que vão ser divulgados na sexta-feira.

Um consenso de analistas prevê uma taxa de desemprego inalterada nos 6,9%, em relação a outubro, e uma criação ligeiramente superior à então verificada, 650 mil.

Entre as cotadas, a Tesla também brilhou, ao estabelecer uma cotação recorde de 593,38 dólares, após uma valorização de 4,32%.

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