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Parlamento já tem versão da auditoria ao Novo Banco pronta para publicar

O Novo Banco já enviou ao Parlamento uma versão do relatório da auditoria já expurgada de informação sensível e que não fere o dever de sigilo bancário. Os deputados vão decidir, esta terça-feira, sobre a divulgação pública do documento.

Parlamento já tem versão da auditoria ao Novo Banco pronta para publicar

O Novo Banco já enviou à Assembleia da República uma versão não confidencial da auditoria realizada pela Deloitte, pelo que o documento poderá ser tornado público ainda esta terça-feira, por decisão da Comissão de Orçamento e Finanças. A notícia, sublinhe-se, foi avançada pelo ECO e confirmada pelo Notícias ao Minuto

Os deputados da Comissão de Orçamento e Finanças (COF) reúnem-se por volta do meio-dia para a programação dos trabalhos, mas para a tarde está agendado um novo encontro, às 15h00, no qual irá intervir o secretário de Estado dos Assuntos Ficais, António Mendonça Mendes, sendo que o tema do Novo Banco também consta na Ordem do Dia

Caso os deputados da COF assim decidam, o relatório da auditoria poderá ser divulgado ainda esta terça-feira, no site do Parlamento. 

O envio do documento foi feito pelo Novo Banco, a pedido do Fundo de Resolução, tendo seguido uma orientação do Ministério das Finanças. Trata-se de uma versão do relatório da auditoria já expurgada de informação sensível e que não fere o dever de sigilo bancário.

A auditoria da Deloitte aos atos de gestão do BES/Novo Banco é referente ao período entre 2000 e 2018 (ou seja, abarcando quer o período antes quer depois da resolução do BES e criação do Novo Banco) e foi entregue pela Deloitte na segunda-feira, 31 de agosto, ao Governo, Banco de Portugal, Fundo de Resolução e Novo Banco.

Na terça-feira seguinte de madrugada, o Ministério das Finanças disse, em comunicado, que o relatório revela perdas líquidas de 4.042 milhões de euros no Novo Banco (entre 4 de agosto de 2014, um dia após a resolução do BES, e 31 de dezembro de 2018) e "descreve um conjunto de insuficiências e deficiências graves" no BES, até 2014, na concessão de crédito e investimento em ativos financeiros e imobiliários.

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