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Fernanda Machado é nova administradora da Águas do Alto Minho

Fernanda Maria Sousa Machado é a nova administradora executiva da empresa Águas do Alto Minho (AdAM), substituindo no cargo Inês Ferreira Alves, que renunciou invocando razões pessoais, foi hoje divulgado.

Fernanda Machado é nova administradora da Águas do Alto Minho
Notícias ao Minuto

16:53 - 14/07/20 por Lusa

Economia AdAM

Em comunicado hoje enviado às redações, a empresa de gestão das redes de água em baixa e de saneamento que serve sete dos 10 concelhos do distrito de Viana do Castelo, adiantou que a nova responsável, engenheira de formação, exerce atualmente funções na Câmara Municipal de Matosinhos, no distrito do Porto.

Anteriormente, desempenhou funções nos serviços municipalizados de água e saneamento do município.

A AdAM é detida em 51% pela Águas de Portugal (AdP) e em 49% pelos municípios de Arcos de Valdevez (PSD), Caminha (PS), Paredes de Coura (PS), Ponte de Lima (CDS-PP), Valença (PSD), Viana do Castelo (PS) e Vila Nova de Cerveira (Movimento independente PenCe - Pensar Cerveira), que compõem a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho.

Três concelhos do distrito - Ponte da Barca (PSD), Monção (PSD) e Melgaço (PS) - reprovaram a constituição daquela parceria.

Hoje, na nota enviada à imprensa, os administradores não executivos "expressam reconhecimento pelo desempenho da administradora executiva Inês Alves, pautado por uma elevada competência técnica, rigor e concretização dos principais objetivos definidos para a Águas do Alto Minho".

A empresa destaca ainda "o forte entusiasmo e dedicação que nortearam o exercício de funções e os objetivos entretanto já alcançados, que mereceram recente aprovação unânime dos acionistas, conseguidos num contexto de grande complexidade, que marcou o início da operação desta empresa pública que resultou da parceria entre o Estado português e os municípios de Arcos de Valdevez, Caminha, Paredes de Coura, Ponte de Lima, Valença, Viana do Castelo e Vila Nova de Cerveira".

A nova empresa começou a operar em janeiro, "dimensionada para fornecer mais de nove milhões de metros cúbicos de água potável, por ano, e para recolher e tratar mais de seis milhões de metros cúbicos de água residual, por ano, a cerca de 70 mil clientes".

A constituição tem sido contestada por vários partidos e pela população devido aos 15 mil erros de faturação cometidos no primeiro trimestre de atividade da empresa e ao aumento "exponencial" das tarifas.

Hoje, questionado pela Lusa à margem da apresentação da 40.ª feira do livro de Viana do Castelo, o presidente da Câmara, José Maria Costa, garantiu que a saída da administradora executiva não está relacionada com essa situação.

"O projeto não está posto em causa. De todo. Estamos confrontados com uma situação de uma substituição perfeitamente normal. A Águas do Alto Minho é um projeto muito importante para a região que resulta de uma grande vontade dos municípios e do Ministério do Ambiente. Nada se vai alterar", afirmou o autarca, que é também presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho.

Em maio, o PSD de Viana do Castelo pediu a demissão e substituição imediata da administradora executiva da AdAM devido aos 15 mil erros de faturação cometidos no primeiro trimestre de atividade da empresa.

"Ficaram claramente demonstradas a inexperiência e a incapacidade da administradora executiva em corrigir as causas e as consequências de sucessivos erros de planeamento e de gestão", destacava o comunicado então emitido pela comissão política concelhia do PSD de Viana do Castelo.

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