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AO MINUTO: Pardal Henriques deve "desconvocar a greve", pede ministro

Esta quinta-feira marca o quarto dia da greve dos motoristas numa paralisação por tempo indeterminado e depois de o Governo ter aprovado uma requisição civil parcial, logo no primeiro dia da paralisação.

AO MINUTO: Pardal Henriques deve "desconvocar a greve", pede ministro

Ainda se chegou a pensar que ao quarto dia de greve dos motoristas, podia haver fumo branco com uma eventual reunião entre o Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) e a ANTRAM. Mas o desafio lançado esta quarta-feira por Pardal Henriques foi recusado pela associação das empresas de transporte.

A greve continua assim sem diálogo e sem fim à vista, em dia de feriado. 

Em Aveiras de Cima o movimentos dos camiões mantém-se normal.

Acompanhe, ao minuto, os desenvolvimentos mais recentes da greve:

23h09 - O primeiro-ministro, António Costa, recorreu ao Twitter para saudar o SIMM e a ANTRAM por terem chegado a acordo e desconvocado a greve. O chefe do Governo deixa ainda um apelo ao diálogo para que ninguém fique "isolado".

22h57 - "A via para resolver este conflito é a via negocial, é o diálogo. (...) Hoje temos a SIMM a dar um passo importante, desconvocando com efeitos imediatos a greve e abrindo um processo negocial com a ANTRAM. O SIMM está de parabéns por ter dado este passo e ajudado a dignificar a profissão de motorista. Falta o SNMMP", indicou o ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos.

O governo coloca a tónica da resolução deste conflito no SNMMP, apelando ao sindicato para que desconvoque a greve e se junte ao processo negocial.

22h51 - André Matias de Almeida, da ANTRAM, diz que venceu o diálogo. Falando em "melhorias muito grandes e muito concretas neste setor", o responsável deu os parabéns ao SIMM pelos "passos importantes" para restabelecer relações no sentido de negociar.

O responsável explicou que a reunião com o SIMM aconteceu porque este sindicato desconvocou a greve antes da mesma, sublinhando, porém, que "isto não é o mais importante". Questionado sobre o Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP), André Matias de Almeida voltou a apelar ao diálogo.

22h37 - Sindicato Independente de Motoristas de Mercadorias (SIMM) aceita desconvocar greve. Um dos responsáveis, Anacleto Rodrigues, esclarece, aos jornalistas, que a término da paralisação não se prende com nenhum novo acordo. "O que mudou foi que esta greve não cumpriu na totalidade os seus propósitos, mas cumpriu em parte os seus propósitos", indicou o responsável. Deverão voltar ao trabalho cerca de 150 motoristas, de acordo com o sindicato independente.

22h31 - Pardal Henriques fala aos jornalistas garantindo que a greve não vai ser desconvocada, mesmo com pressão da ANTRAM. Sobre o processo de mediação que o Governo diz ser "inviável", o presidente do Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) diz o seguinte: "Se o Governo tiver a mesma postura, o mesmo esforço de mobilização de esforços para resolver este processo de mediação como tem tido para bloquear o direito à greve, tenho a certeza que este processo vai-se resolver muito em breve".

21h32 - O Sindicato Independente de Motoristas de Mercadorias (SIMM) - o outro sindicato em greve - estará nesta altura no Ministério das Infraestruturas e da Habitação para reunir com o ministro Pedro Nuno Santos e com a Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM), numa tentativa de chegar a acordo, avança o Expresso. Esta reunião acontece sem o Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP).

20h37 - Miguel Cabrita, secretário de Estado do Emprego, indicou esta noite de quinta-feira que a ANTRAM foi contactada mas recusou um processo de mediação antes do fim da greve. O Governo sublinha, assim, a impossibilidade de mediar o conflito. "Não é viável um processo de mediação", acrescentou o responsável.

19h11 - Depois do apelo do sindicato à mediação do Governo (e do Governo ter acedido), a Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) diz que processo de mediação só avança se greve acabar. 

"Levantem a greve e reunimo-nos amanhã [sexta-feira]", lê-se no comunicado enviado à agência Lusa pelo advogado da ANTRAM. Mais tarde, o presidente do Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas lamentou a "intransigência" da ANTRAM.

17h34 - Vários familiares juntaram-se hoje aos motoristas de matérias perigosas que compõem o piquete de greve à porta da Companhia Logística de Combustíveis (CLC), em Aveiras de Cima, distrito de Lisboa.

17h09 - O secretário de Estado do Emprego, Miguel Cabrita, indica que o "Governo não deixará de cumprir aquele que é o seu papel", depois do apelo deixado pelo sindicato dos motoristas. "O Governo não deixará de acionar este mecanismo, nos termos legar, o nomear um mediador, que contactará a ANTRAM", indicou, à porta das instalações da Direção Geral do Emprego e Relações de Trabalho (DGERT).

De acordo com o governante, a mediação trata-se de um direito previsto no Código do Trabalho, que "pode ser espoletado por qualquer uma das partes".

16h41 - "O melhor caminho será requerer a mediação do Governo. Cabe agora ao Governo colocar-se à mesa com a ANTRAM e fazer a mediação", indicou Francisco São Bento, porta-voz do Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP).

O sindicato tinha lançado um repto à Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM), que não foi respondido. À saída, o sindicato mantém o desafio para negociar mas pede a intermediação do Governo, deixando no Executivo a responsabilidade de sentar a ANTRAM à mesa de negociações.

16h17 - O acordo assinado entre a associação das empresas de transportes Antram e a federação dos sindicatos de transportes Fectrans representa aumentos mínimos de 140 euros para motoristas indiferenciados e 266 euros para motoristas de matérias perigosas.

16h05 - A Polícia de Segurança Pública (PSP) afirmou hoje que é "totalmente falso" que estejam esquadras fechadas devido ao trabalho de polícias na condução e escolta de camiões-cisterna, por causa da greve dos motoristas.

14h01 - O Governo fez um ponto da situação da greve dos motoristas. Matos Fernandes, ministro do Ambiente e da Transição Energética, enfatizou a normalidade na distribuição do abastecimento pelos postos de combustível. O ministro afiançou que os serviços mínimos estão a ser cumpridos e até "estão a ser ultrapassados"

Matos Fernandes denotou que há empresas que estão a dar conta do regresso ao trabalho de motoristas que estavam a fazer greve.

12h58 - Mantém-se a normalidade junto à refinaria de Sines. Os motoristas, que cumprem hoje o quarto dia de greve, "mantém os serviços mínimos".

12h57 - A Entidade Nacional para o Setor Energético (ENSE) afirma que estão a ser cumpridos os serviços mínimos. A ENSE faz notar que a greve "continua a criar constrangimentos na distribuição de combustível no país, apelando à contenção na sua utilização". 

12h19 - Pardal Henriques considera que a investigação do DIAP não vai colocar em causa as negociações relativamente à greve dos motoristas. "Acho que é muito mais importante a mensagem do que o mensageiro", disse o porta-voz do sindicato, acrescentando que ainda não foi notificado desse inquérito. 

O inquérito por alegada burla foi confirmado esta quarta-feira pela Procuradoria-Geral da República. 

11h37 - O Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) considera que os "portugueses merecem um pedido de desculpas" da ANTRAM e do Governo pelo facto da greve continuar. Francisco São Bento, presidente do sindicato, mantém o desafio lançado à ANTRAM para comparecer numa reunião às 15h desta quinta-feira na DGERT, apesar da associação de empresas de transporte ter recusado ontem esse desafio. 

Pardal Henriques insistiu novamente na ideia de que já houve motoristas a serem detidos. "Há documentos públicos dessas detenções", referiu.

10h45 - Numa nota enviada à comunicação social, o Ministério da Administração Interna dá conta de que, entre segunda-feira e quarta-feira, a GNR e a PSP asseguraram o transporte de combustível em 84 camiões. Esta operação já contou com a participação de 106 membros das forças de segurança. 

10h39 - Os revendedores de combustíveis não escondem a sua preocupação com o prolongamento da greve dos motoristas e os prejuízos que se vão avolumando. A Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis (ANAREC) tem estado a monitorizar a greve e admite estar preocupada com o aumento dos custos e quebra de receitas dos seus associados.

09h25 - Na manhã deste feriado, a saída de camiões de Aveiras de Cima vai-se fazendo com normalidade. Motoristas concentrados no piquete de greve afirma que serviços mínimos estão a ser cumpridos "apesar de ser feriado".

09h22 - A greve dos motoristas vai no seu quarto dia. Depois de se ter esfumado a expectativa de uma reunião entre o Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas e a ANTRAM, os portugueses enfrentam neste feriado mais um dia de crise energética

[Notícia em atualização]

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