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"A energia não pode ficar fora" dos investimentos da Gulbenkian

A presidente do Conselho de Administração da Fundação Gulbenkian afirmou hoje que "a energia não pode estar fora de questão" dos planos de investimento, após a venda da petrolífera Partex, referindo que "importa privilegiar o melhor rendimento".

"A energia não pode ficar fora" dos investimentos da Gulbenkian
Notícias ao Minuto

13:27 - 17/06/19 por Lusa

Economia Gulbenkian

"A energia não pode estar fora de questão, porque é uma das questões de futuro", afirmou Isabel Mota, em conferência de imprensa, depois de a Fundação Gulbenkian ter assinado um acordo para a venda da Partex à PTT Exploration and Production, empresa pública tailandesa de exploração e produção de petróleo, por 622 milhões de dólares (cerca de 555 milhões de euros).

"Dentro das regras de rigor e de garantia das boas práticas, tudo que tiver a ver com efeito positivo para os grandes problemas da humanidade, e em particular das alterações climáticas, será seguramente uma área em que vamos procurar ver que oportunidades é que o mercado nos oferece", declarou.

Admitindo que as energias renováveis são uma hipótese de investimento da Fundação, Isabel Mota adiantou que ainda faltam seis meses até ao fecho do processo de venda da Partex e que, entretanto, consultores internacionais estão a estudar os melhores investimentos para garantir rentabilidade para a atividade filantrópica da Fundação "continuar e, se possível, crescer".

Questionada sobre se esse investimento em energias renováveis deverá privilegiar o mercado nacional, a presidente da Gulbenkian considerou que "o importante é que a Fundação tenha recursos para continuar a atividade".

"A nossa ideia é privilegiar o melhor rendimento que se possa alcançar. Não há uma preocupação de estar a privilegiar o mercado português, o que não quer dizer que não aconteça", acrescentou.

A Fundação Gulbenkian assinou hoje o acordo para a venda da Partex, operação com um valor de 622 milhões de dólares (cerca de 555 milhões de euros), sendo que "o acordo seguirá agora o habitual processo de autorizações, que deverá estar concluído até final do ano".

A Fundação Gulbenkian já tinha anunciado a intenção de sair do negócio da exploração de petróleo, com ativos avaliados em cerca de 457 milhões de euros, para ser mais sustentável, um negócio criado em 1938 pelo seu fundador, Calouste Gulbenkian.

Segundo a Fundação Calouste Gulbenkian, o comprador, a PTT Exploration and Production (PTTEP), empresa pública tailandesa, comprometeu-se a manter a gestão e os restantes colaboradores da empresa, o escritório em Lisboa e a marca Partex.

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