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Benfica - Não perca os últimos golos e lances polémicos

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Benfica dançou o tango, mas ao cair do pano pairou a incerteza

As águias venceram em Braga por 3-1. O primeiro golo teve desenho argentino: Cervi assistiu Salvio. O segundo foi apontado por Jonas e o terceiro por Raul Jiménez. Contas feitas, o Benfica já é segundo com os mesmos pontos que o Sporting.

Benfica dançou o tango, mas ao cair do pano pairou a incerteza
Notícias ao Minuto

22:27 - 13/01/18 por Ricardo Santos Fernandes

Desporto Direto

Resumo: O Benfica somou a terceira vitória consecutiva para o campeonato, em jogos realizados no Municipal de Braga. Este sábado, as águias venceram por 3-1, num encontro relativo à 18.ª jornada da Liga portuguesa.

Os encarnados realizaram uma boa exibição em terras minhotas e alcançaram um triunfo justo, com golos de Salvio, Jonas e R. Jiménez. Mas nem tudo foram rosas e o Sp. Braga, com um forcing final nos últimos 20 minutos esteve muito perto de ser feliz. R. Jiménez ainda reduziu, mas foi o mexicano Jiménez, já nos descontos, a desfazer todas as dúvidas.

Voo da águia demorou apenas 11 minutos a ser preparado

Com mais de 20 mil espetadores nas bancadas, o jogo começou efervescente na Pedreira. Um Benfica mais apoiado, a querer pautar os ritmos do encontro, com um Sporting de Braga a apostar na velocidade dos alas e em contra-ataques vertiginosos.

Bola cá, bola lá. Um jogo a todo o terreno que conheceu o seu primeiro grande momento aos 11 minutos. Um tango argentino protagonizado por F. Cervi que, numa diagonal perfeita, serviu no interior da grande área Salvio para o primeiro golo dos encarnados.

A partir daqui a águia voou mais alto e graças a Fejsa, o polvo de serviço no Municipal de Braga, o Benfica manteve o domínio e foi sempre a equipa mais perigosa.

As imediações da área minhota estiveram em alerta e por três ocasiões o marcador podia ter sido dilatado: aos 26 minutos, por Grimaldo, aos 30’, Matheus "tirou o pão da boca" a Jonas no centro da área e aos 34’, Krovinovic, em arco, a rematar muito perto do poste.

O ‘rebelde’ croata foi um furação no meio-campo arsenalista e só recorrendo à falta os comandados de Abel o conseguiram travar. Antes do intervalo, Ricardo Horta, só com Varela pela frente, teve a oportunidade de restabelecer a igualdade.

O intervalo chegou e Rui Vitória tinha vários motivos para sorrir. A exibição das águias merecia nota alta.

Quem tem Jonas arrisca-se a ser feliz

E a nota podia ter disparado logo no início da etapa complementar: canto ganho aos 10 segundos e, pouco depois, um cabeceamento de Jardel que apenas não conheceu o desfecho do golo porque o poste da baliza de Matheus o negou.

Pouco depois um contra-ataque do Benfica terminou com um remate cruzado de Grimaldo. Desta feita não foi o ferro, mas o guardião brasileiro a evitar males maiores.

Mas apenas o tempo separou o Benfica do segundo golo. Um tento que chega aos 64 minutos: a jogada começa e termina em Jonas, e pelo meio há uma assistência primorosa do lateral-direito André Almeida para a cabeça triunfal do avançado brasileiro.

Turbulência no voo

Quando tudo parecia que o Benfica ia estabilizar, o Sp. Braga voltou a ligar os motores. No espaço de dois minutos o dilúvio esteve à beira de acontecer na grande área dos encarnados. Aos 74 minutos, Paulinho reduz no marcador e pouco depois Ricardo Horta ia restabelecendo a igualdade. Dois lances em que Bruno Varela ‘borrou a pintura’.

Um minuto antes do golo dos arsenalistas entrou Raul Jiménez para o lugar de Jonas. E se, aos 87 minutos, o mexicano até trocou os passos e desperdiçou, de forma isolada, o golo da tranquilidade, já no período de descontos o avançado não teve pés de chumbo para carimbar o resultado final. E destaque para mais uma assistência de Cervi.

Contas feitas. O Sp. Braga já está a seis do Benfica e os encarnados, após este triunfo colam-se ao Sporting, com 43 pontos, no segundo lugar da classificação.

Momento do jogo: O primeiro golo do Benfica embalou as águias para uma exibição muito boa dos encarnados. A assistência de Cervi para o golo do Salvio permitiu à formação de Rui Vitória ganhar um novo estatuto no encontro.

Onze do Sp. Braga: Matheus; Esgaio, Rosic, Bruno Viana e Jefferson; Danilo, Xadas e Vukcevic; Ricardo Horta, Fábio Martins e Paulinho

Onze do Benfica: Bruno Varela; André Almeida, Rúben Dias, Jardel e Grimaldo; Fejsa, Pizzi e Krovinovic; Salvio, Cervi e Jonas

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