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Rafa e Corona tentaram... ficar de pé. As notas do FC Porto-Benfica

Empate a um golo foi o resultado final no Clássico do Dragão, que ficou marcado pelo exagerado número de faltas cometidas por ambas as equipas.

Rafa e Corona tentaram... ficar de pé. As notas do FC Porto-Benfica

FC Porto e Benfica empataram a um golo na 14.ª jornada da I Liga, num jogo que podia ter sido classificado como a 'batalha do Dragão'. Foram 43 faltas, oito cartões amarelos e um vermelho. Luís Godinho teve um trabalho árduo ao longo dos 90 minutos e houve jogadores que daqui a alguns dias ainda terão pesadelos com algumas das entradas sentidas. Rafa e Tecatito são, provavelmente, dois que podem estar nesse lote.

Ambos estiveram bem, desequilibraram na medida do possível, mas foram sempre muito fustigados por duras entradas. O mexicano do FC Porto sofreu mesmo oito faltas durante os 90 minutos. Números muito altos que acabaram por ficar ligados a este Clássico.

No entanto, e apesar do bom nível de ambos, as figuras deste jogo 'durinho' são outras. Os golos ficaram a cargo de Grimaldo (17') e Taremi (25').

Figura: Weigl foi um autêntico pêndulo da equipa do Benfica, mesmo que nem sempre tenha estado em evidência. Deu solidez defensiva à equipa encarnada e muitas das vezes conseguiu iniciar as jogadas de perigo das águias. Exímio no capítulo do passe, o médio alemão foi dos jogadores mais certeiros nessa área.

Desilusão: Taremi tinha tudo para ser um dos homens deste jogo. Conseguiu o empate aos 25 minutos, mas no segundo tempo uma abordagem menos inteligente a um lance 'borrou' toda a exibição que até aqui vinha a fazer. O iraniano entrou de pitons em riste sobre Otamendi e acabou por deixar o FC Porto reduzido a 10, dificultando assim as hipóteses de a sua equipa perseguir a vitória.

Surpresa: Desde logo pelo seu posicionamento no terreno de jogo, Grimaldo foi uma surpresa. Atuou como médio esquerdo, à frente de Nuno Tavares, na tentativa de travar as investidas do FC Porto pelo seu corredor direito. O espanhol fez uma boa exibição numa posição qe habitualmente não ocupa e conseguiu marcar o único golo das águias com um toque de classe em frente a Marchesín.

Sérgio Conceição: Foi igual a si mesmo nas ideias postas em campo. O FC Porto jogou no seu sistema habitual, mas viu-se dificultado na pressão alta à linha defensiva do Benfica, muito por culpa do posicionamento de Julian Weigl. O treinador do FC Porto lamentou o facto de os seus jogadores terem jogador 120 minutos no jogo da Taça de Portugal, algo que na sua opinião condicionou este encontro.

Jorge Jesus: Surpreendeu ao lançar os dois laterais esquerdos no onze. Grimaldo jogou mais à frente, como já referimos, numa clara tentativa de suster o caudal ofensivo do FC Porto pelo seu flanco direito. Resultou e houve um Benfica totalmente diferente daquele que vimos na Supertaça. Poderia ter mexido mais cedo com o objetivo de tentar desequilibrar a equipa adversária. Everton entrou bem, mas pareceu ter entrado já tarde demais.

Luís Godinho, árbitro: Se houve quem tivesse dificuldades neste jogo, esse alguém foi Luís Godinho. Num encontro com 43 faltas, o juiz do Clássico teve um trabalho acrescido. Houve muitos nervos à flor da pele para controlar e sanar. Luís Godinho teve na generalidade dos lances, mas fica a ideia de que Pizzi poderia ter sido expulso no lance em que empurra Pepe. Godinho ajuizou bem a entrada de Taremi e a consequente expulsão.

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