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FC Porto ganhou à cabeçada, mas saiu de Portimão com 'escaldões' no corpo

FC Porto triunfou em Portimão, por 3-2, com um golo ao cair do pano, assinado pelo central espanhol

FC Porto ganhou à cabeçada, mas saiu de Portimão com 'escaldões' no corpo

O FC Porto subiu ao céu, para descer ao inferno e, aos 90+7, já com um homem a menos, ascender novamente ao paraíso.

Uma frase que traduz um jogo em que os dragões foram autoritários até à passagem dos 60 minutos, na altura ganhando com golos de Alex Telles (grande penalidade) e Zé Luís.

A meia hora do final da partida, o encontro contou com duas aparições alvinegras, primeiro de Dener e posteriormente do lateral direito Anzai – um míssil para ver e rever-, que deixaram o barlavento algarvio em ebulição.

Jackson Martínez podia ter sido feliz perto do fim, mas Alex Telles cometeu uma falta, a tempo de evitar um putativo golo do emblema anfitrião, para no final Marcano devolver o sorriso aos azuis e brancos... através de uma cabeçada triunfal.

Numa tarde de muitas emoções, importa agora saber quem brilhou no sul do país e quem está em risco de levar um tremendo ‘puxão de orelhas.

Figura do jogo: Marcano foi o homem que decidiu a partida, com um cabeceamento mortífero no último minuto de compensação (90+7). Determinante na zona de finalização foi também um belo ‘bisturi’ a desconstruir jogadas de perigo dos pupilos de António Folha.

Surpresa do jogo: Nem se dá pela presença de Matheus Uribe, mas a verdade é que o médio colombiano é um poço de talento e competência. Quase sempre eficaz no passe, a ‘tapar’ buracos, ainda saiu dos pés do reforço azul e branco a jogada que deu lugar ao 2-0 para os dragões.

Desilusão do jogo: Alex Telles realizou uma primeira parte de bom proveito, retirando da ‘cartola’ mais um golo de grande penalidade. Na etapa complementar sentiu diversas dificuldades, sobretudo com a aparição do japonês Koki Anzai. O pior do brasileiro ficou guardado para o minuto, quando Rui Costa deu ordem de expulsão ao lateral esquerdo, por travar deliberadamente Jackson Martínez, quando o colombiano já seguia para o golo. O Futebol Clube do Porto ficou reduzido a 10, numa altura capital do encontro. Felizmente Marcano ‘salvou a pele’ ao seu companheiro.

Homem do apito: Ficam muitas dúvidas no penálti assinalado a favor do FC Porto. Na primeira imagem e, apesar do braço de Jadson estar completamente aberto, fica a sensação de que a bola resvala primeiro no peito e só depois no braço esquerdo do capitão do Portimonense. Todavia, foi uma arbitragem segura de Rui Costa que, aos 90 minutos, deu ordem de expulsão a Alex Telles. Agiu corretamente, visto que o Jackson Martínez fugia, de forma isolada, para o possível terceiro golo dos algarvios.

António Folha: Entregou declaradamente a posse de bola ao FC Porto e correu sérios riscos, após findar a primeira hora do encontro, de ficar vergado a um marcador de difícil ‘remontada’, todavia com as operações realizadas, nomeadamente com a entrada de Dener, autor do primeiro golo do Portimonense, a sua equipa mostrou uma faceta diferente.

Sérgio Conceição: O treinador dos azuis e brancos confessou que não foi um dia feliz para si, como treinador, e que somou demasiados erros. Um ‘mea culpa’ justificado, tendo em conta aquilo que faltou na maior parte dos minutos da etapa complementar: linhas demasiado separadas, brechas inacreditáveis no pulmão da defesa e dois golos imperdoavelmente consentidos.

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