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'Star Wars: The Bad Batch'. Conversámos com os produtores e ator da série

A nova série de animação da saga conta a história de um esquadrão de clones com a transição de República para Império como pano de fundo. Dee Bradley Baker, o ator que dá voz aos cinco protagonistas, conta como foi o processo.

'Star Wars: The Bad Batch'. Conversámos com os produtores e ator da série

O dia 4 de maio é entendido como o dia oficial da saga ‘Star Wars’, uma data em que os fãs nunca perdem a oportunidade de expressar o seu amor pela saga. No que pode ser visto como ato para retribuir esse carinho, a Disney escolheu esta terça-feira - precisamente 4 de maio - para estrear uma nova série animada de ‘Star Wars’.

‘Star Wars: The Bad Batch’ (em português ‘Star Wars: O Lote Estragado’) está disponível a partir desta terça-feira em exclusivo no Disney+. Trata-se de uma nova série dos mesmos responsáveis pelo icónico ‘Star Wars: The Clone Wars’, reunindo portanto boa parte dos ingredientes para voltar a agradar aos fãs da saga.

Ao invés de cavaleiros Jedi, ‘Star Wars: The Bad Batch’ tem como protagonistas cinco membros de um esquadrão de elite do exército de clones, contribuindo com uma perspetiva única dentro da saga criada por George Lucas. Hunter, Wrecker, Tech, Crosshair e Echo fazem parte do Clone Force 99, também conhecido como O Lote Estragado devido ao facto de todos eles terem mutações genéticas que os tornam inerentemente diferentes dos outros clones.

São precisamente estas mutações genéticas que os tornam diferentes dos outros clones e que os tornaram mais bem capacitados para determinadas tarefas. Além disso (pormenor importante), foram estas mutações que terão evitado que fossem vulneráveis à Order 66, que acabou por resultar na transição da República para o Império.

O pano de fundo promete ser do agrado dos fãs de ‘Star Wars’, assim como o regresso de Dee Bradley Baker. O ator - conhecido por dar voz ao Capitão Rex em ‘Clone Wars’ - volta agora para dar voz aos cinco protagonistas, um desafio que foi abordado numa conversa com o Notícias ao Minuto e na qual teve ainda a companhia de Brad Rau (produtor executivo e realizador) e Jennifer Corbett (também produtora executiva e argumentista).

Sobre o esquadrão de protagonistas, Dee Bradley Baker notou que se trata de um grupo curioso.

“São uma equipa mas não são muito parecidos com os outros clones, onde há uma estrutura de comando. Estão num momento transformador e é interessante ver como as coisas acontecem”, afirmou Dee Bradley Baker, apontando para o facto de que as cinco personagens ficam rapidamente à margem dos restantes clones no início da série.

Já Corbett adianta que foi o momento dentro da saga ‘Star Wars’ que a levou a ficar interessada em trabalhar na série. “Este período foi o que me deixou tão entusiasmada nesta série, isto além do grupo excêntrico de personagens”, contou a argumentista. “Já vimos o ‘Clone Wars’, o pináculo do exército de clones a fazerem o que é suposto fazerem para o que são criados. E a questão tornou-se ‘o que acontece depois da guerra acabar? O que acontece aos clones cuja única coisa que sabem fazer é serem soldados?’ Especialmente para o Lote Estragado que já fazem as coisas de forma diferente com a República e como se encaixam assim que se transforma no Império”.

O próprio realizador, Brad Rau, mostrou-se entusiasmado em contar a história no pano de fundo deste esquadrão, fazendo sobressair que a saga ‘Star Wars’ ainda “não mostrou muito sobre a ascensão do Império”. O facto de a história ser sobre soldados e não sobre os Jedis e os Sith também serviu de incentivo extra para Rau. “É muito interessante lidar com este tipo de dinâmica de família. Ter as histórias carregadas de emoção dá à ação muito mais textura, honestamente. Penso que ajuda o facto de termos estas personagens que são familiares e, ainda assim, não sabemos muito sobre elas. Dá-nos espaço para brincar com a forma como as personagens se desenvolvem”.

Como pedras num riacho

Apesar de dar voz aos cinco protagonistas, Dee Bradley Baker considerou que a sua tarefa é um pouco mais fácil em ‘Star Wars: The Bad Batch’ do que em ‘Star Wars: The Clone Wars’, adiantando que o facto de as personagens serem tão diferentes dá um pouco mais de liberdade.

“A Clone Force 99 é um passo em frente em relação ao que me foi pedido em ‘Clone Wars’. Os clones são a parte difícil na medida que a diferença é muito mais estreita entre as personagens. No Lote Estragado são muito mais diferentes entre si, o que surpreendentemente torna um pouco mais fácil ‘saltar’ de personagem em personagem. Quero dizer, para mim é como saltar de pedra em pedra num riacho. Eu consigo ver a pedra. O argumento é claro. E é como se os pudesse ver”, explicou Dee Bradley Baker.

“É um processo fascinante enquanto ator de voz onde tenho estas cenas em que falo comigo mesmo. Mudar de personagem para personagem enquanto progredimos pelo guião. Que é tipicamente como fazemos, é muito divertido”, declarou o ator.

'Star Wars: The Bad Batch' estreia esta terça-feira, dia 4 de maio, com um episódio especial de 70 minutos. Haverá novos episódios todas as semanas, à sexta-feira, a partir do próximo dia 7.

Leia Também: 'O Falcão e o Soldado do Inverno'. Estivemos à conversa com a realizadora

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