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Durão Barroso não admite "ir de cavalo para burro"

Depois de 10 anos à frente da Comissão Europeia, e prestes a concluir esta etapa do seu percurso, muito se tem especulado sobre o futuro de Durão Barroso. O seu nome tem sido apontado para a corrida a Belém, todavia, essa hipótese estará completamente posta de parte, adianta o semanário Sol. Para onde irá, então? Ainda não resultou claro, mas fonte próxima garante que Barroso não admite “ir de cavalo para burro”.

Durão Barroso não admite "ir de cavalo para burro"

Pese embora a possibilidade venha a ser colocada desde que anunciou que não iria recandidatar-se à presidência da Comissão Europeia, Durão Barroso não será o próximo chefe de Estado português, isto porque não irá disputar a corrida a Belém.

Fonte próxima do social-democrata indica, em declarações ao semanário Sol, que Barroso rejeita mesmo qualquer hipótese de vir a candidatar-se à Presidência da República, pelo menos, para já. Mas não “para sempre”, uma vez que considera o cargo de “grande honorabilidade”. No entanto, este ainda não é o seu tempo. Mas talvez seja o de Marcelo Rebelo de Sousa, candidato que, em seu entender, é aquele que melhor está posicionado à direita para esse efeito.

Em jeito de brincadeira, o argumento que o antigo primeiro-ministro tem vindo a esgrimir para sustentar a sua decisão de não correr a Belém prende-se com a alegada ameaça de divórcio por parte da sua mulher.

A mesma fonte assegura que fora de questão está vir a assumir outro cargo internacional, tendo em conta que Durão Barroso não admite “ir de cavalo para burro”.

O Sol refere que ao ainda presidente da Comissão Europeia, cadeira que desocupará em outubro próximo, têm sido endereçados convites, nomeadamente, para lecionar no estrangeiro.

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