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Vinte e três arguidos vão a julgamento em Leiria por tráfico de droga

Vinte e três pessoas vão ser julgadas no Tribunal de Leiria pelo crime de tráfico de estupefacientes, anunciou hoje a Procuradoria da Comarca, adiantando que dois arguidos estão ainda pronunciados pelo crime de detenção de arma proibida.

Vinte e três arguidos vão a julgamento em Leiria por tráfico de droga

Segundo uma nota publicada na página na Internet da Procuradoria da Comarca de Leiria, o juiz de instrução criminal emitiu despacho de pronúncia contra os 23 arguidos, "alicerçando-se na acusação deduzida no dia 22 de dezembro de 2017 pelo Ministério Público (MP)".

"No referido despacho de pronúncia imputou-se a cada um dos 23 arguidos a prática, em autoria material e na forma consumada, de um crime de tráfico de estupefacientes, sendo que alguns daqueles têm fortes ligações familiares entre si", refere o MP, explicando que "a dois dos arguidos imputou-se ainda a perpetração, em concurso efetivo, de um crime de detenção de arma proibida".

O MP refere que "pelo menos no período compreendido entre o ano de 2015 e o dia 12 de dezembro de 2017, os arguidos procederam à compra e venda diária de estupefacientes, designadamente canábis, haxixe, heroína e cocaína a terceiros, mediante a entrega de contrapartidas monetárias".

O tráfico de droga era efetuado "no interior das suas residências, sitas em diversas localidades, tais como Aljubarrota, Alcobaça, Martingança, Maceira, Moita, Pataias, Paio de Cima, Camarate e acampamento da Lameira", para onde "os consumidores se deslocavam para o efeito, e ainda nas imediações daquelas".

"As referidas transações, que por vezes ascenderam a dezenas por dia, eram precedidas de contactos telefónicos nos quais os arguidos utilizavam linguagem codificada", explica a Procuradoria da Comarca de Leiria.

No decurso das buscas realizadas às residências e veículos dos arguidos foram apreendidos diversos bens, incluindo produto estupefaciente, dinheiro, armas, telemóveis, televisores, computadores, peças de bijuteria e viaturas.

Oito dos arguidos aguardam julgamento em prisão preventiva, enquanto os restantes estão obrigados a apresentações periódicas em posto policial da sua área de residência e à proibição de contactos entre si.

A investigação foi realizada pelo Departamento de Investigação e Ação Penal de Leiria, com a coadjuvação da GNR de Caldas da Rainha.

O julgamento será feito por um tribunal coletivo.

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