Meteorologia

  • 20 JULHO 2024
Tempo
23º
MIN 19º MÁX 27º

Lisboa. Média de espera para doentes urgentes varia entre 1h30 e 5 horas

Os tempos médios de espera para doentes urgentes nos hospitais da região de Lisboa variavam às 22 horas de hoje entre as mais de 5 horas, no Fernando Fonseca (Amadora-Sintra), e as 1h30, no São José.

 Lisboa. Média de espera para doentes urgentes varia entre 1h30 e 5 horas
Notícias ao Minuto

22:47 - 29/12/23 por Lusa

País Urgências

De acordo com os dados do Portal do Serviço Nacional de Saúde, consultados pela agência Lusa, o número de doentes à espera nas urgências e o tempo de espera era, pelas 22 horas de hoje, mais reduzido que nos últimos dias desta semana.

No serviço de urgência geral do hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra), o tempo médio de espera era, pelas 22 horas de hoje, de 5 horas e 12 minutos, quando o tempo recomendado é de 60 minutos, estando oito pessoas com pulseira amarela. Na urgência de ginecologia e obstetrícia, quatro pessoas aguardavam com um tempo de espera de 2 horas e 54 minutos.

Já no serviço de urgência geral do Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, 32 pessoas aguardavam com pulseira amarela, com um tempo de espera de 03 horas e 30 minutos. Nesta unidade, dez pessoas com pulseira laranja (tempo recomendado de 10 minutos) aguardavam com um tempo de espera de 3 horas e 20 minutos.

No São Francisco Xavier, duas pessoas aguardavam com pulseira amarela, com um tempo de espera de 3 horas e 27 minutos.

No Hospital Santa Maria, o tempo médio de espera era de 3 horas e 18 minutos, estando àquela hora 18 pessoas com pulseira amarela no serviço de urgência central, enquanto três pessoas aguardavam com pulseira laranja, com um tempo de espera de 24 minutos.

Nos hospitais Garcia de Orta, em Almada, e São José, o tempo de espera era de 1 hora e 48 minutos (35 pessoas) e 1 horas e 30 minutos (3), respetivamente.

Já no hospital pediátrico D. Estefânia o tempo de espera era de 42 minutos, encontrando-se seis pessoas a aguardar no serviço de urgência, dentro do tempo estimado.

Na região do Porto, no Hospital Santo António, o tempo de espera para doentes urgentes era de 2 horas e 50 minutos encontrando-se à espera 16 pessoas, enquanto quatro pessoas com pulseira laranja enfrentavam um tempo de espera de 1 hora e 42 minutos.

No Hospital S. João, o tempo médio de espera era de 2 horas e 18 minutos para doentes urgentes, encontrando-se 44 pessoas com pulseira amarela. Na urgência de pediatria, seis pessoas aguardavam com pulseira amarela, com um tempo de espera de 1 hora e 21 minutos.

No Hospital Eduardo Santos Silva, Vila Nova de Gaia, estavam à espera na urgência polivalente seis pessoas com pulseira amarela, com tempo de espera de 1 hora e 46 minutos, enquanto a urgência pediátrica tinha dois doentes urgentes com um tempo de espera de 1 hora e 19 minutos.

Já no Pedro Hispano, em Matosinhos, o tempo de espera para doentes urgentes era de 42 minutos (4 pessoas), dentro do tempo estimado.

A triagem de Manchester, que permite avaliar o risco clínico do utente e atribuir um grau de prioridade, inclui cinco níveis: emergente (pulseira vermelha), muito urgente (laranja), urgente (amarelo), pouco urgente (verde) e não urgente (azul).

Nos casos de pulseira amarela, o primeiro atendimento não deve demorar mais de 60 minutos, e no caso da pulseira verde a recomendação é que não vá além de 120 minutos (duas horas).

O Ministério da Saúde divulgou hoje que cerca de 190 centros de saúde vão estar abertos no fim de semana de Ano Novo, à semelhança do que aconteceu no Natal.

De acordo com o calendário, no sábado, dia 30, estarão abertos 233 centros de saúde, e no domingo, dia 31, estarão em funcionamento 193 unidades. Na segunda-feira, feriado, dia 01 de janeiro e na terça-feira, dia 02, estarão operacionais 187 centros de saúde.

Também no comunicado o Ministério da Saúde afirma que, em caso de situação de doença aguda não emergente, a utilização das alternativas disponíveis aos serviços de urgência, como os centros de saúde e os serviços digitais SNS 24, "contribui para diminuir a pressão sobre os serviços de emergência hospitalar, através de atendimentos que podem ser prestados noutros pontos do SNS".

Leia Também: Hospital de Leiria pede para que ida à urgência seja só em situação grave

Recomendados para si

;
Campo obrigatório