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Jardins-de-infância de Loures com todas as condições para reabrir

A Câmara Municipal de Loures, no distrito de Lisboa, assegurou hoje que "estão criadas todas as condições de segurança" para que as crianças possam regressar na segunda-feira aos jardins-de-infância, depois de os espaços terem sido higienizados.

Jardins-de-infância de Loures com todas as condições para reabrir

Depois de cerca de dois meses e meio de portas encerradas, na próxima segunda-feira as crianças do pré-escolar regressam às escolas seguindo orientações da Direção-Geral da Saúde e do Governo, para tentar minimizar o perigo de contágio.

Em declarações à agência Lusa, o vereador com o pelouro da Educação na Câmara de Loures, Gonçalo Caroço, referiu que está confirmado o regresso de, pelo menos, 1.000 crianças pertencentes à rede pública de jardins-de-infância e cerca de 600 que estudam em estabelecimentos geridos por Instituições particulares de solidariedade social (IPSS).

"Há várias semanas que implementámos, juntamente com os agrupamentos de escolas e com as autoridades de saúde, um conjunto de medidas para que os jardins-de-infância possam reabrir com todas as condições de segurança para as crianças. Os pais podem estar tranquilos", afirmou o autarca.

A desinfeção e higienização de todos os estabelecimentos, a distribuição de material de proteção, de termómetros e a realização de ações de formação, junto dos auxiliares e profissionais não docentes, foram algumas das medidas levadas a cabo.

"Queremos que as crianças sintam que a sua escola é um espaço seguro. E, como na segunda-feira é Dia da Criança vamos ter um almoço especial e algumas surpresas", contou.

Apesar do otimismo, Gonçalo Caroço admitiu que seria importante que as autoridades de Saúde tivessem realizado testes de rastreio à covid-19 a todos os trabalhadores dos jardins-de-infância da rede pública do município.

"Houve uma orientação das autoridades de saúde para que tal não acontecesse. Talvez em termos práticos essa não seja uma medida essencial, mas admito que seria uma forma de tranquilizar os encarregados de educação e dar-lhes mais confiança", acrescentou.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 360 mil mortos e infetou mais de 5,8 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Em Portugal, morreram 1.383 pessoas das 31.946 confirmadas como infetadas, e há 18.911 casos recuperados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Portugal entrou no dia 03 de maio em situação de calamidade devido à pandemia, depois de três períodos consecutivos em estado de emergência, desde 19 de março.

Esta nova fase de combate à covid-19 prevê o confinamento obrigatório para pessoas doentes e em vigilância ativa, o dever geral de recolhimento domiciliário e o uso obrigatório de máscaras ou viseiras em transportes públicos, serviços de atendimento ao público, escolas e estabelecimentos comerciais.

O Governo aprovou novas medidas que entraram em vigor no dia 18 de maio, entre as quais a retoma das visitas aos utentes dos lares de idosos, a reabertura das creches, aulas presenciais para os 11.º e 12.º anos e a reabertura de algumas lojas de rua, cafés, restaurantes, museus, monumentos e palácios.

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