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U.Porto foi a instituição que mais alunos mobilizou ao abrigo do Erasmus+

A Universidade do Porto foi a instituição de ensino superior que, no ano letivo de 2018, mais estudantes mobilizou para, ao abrigo do programa Erasmus+, estudarem no estrangeiro, segundo o relatório anual da Comissão Europeia.

U.Porto foi a instituição que mais alunos mobilizou ao abrigo do Erasmus+

Em declarações à agência Lusa, a vice-reitora Maria de Lurdes Correia Fernandes afirmou hoje que este resultado é o "culminar de um grande investimento feito na sensibilização dos estudantes para a importância de terem uma experiência internacional".

"Isto resulta da conjugação da valorização interna e da importância da experiência da mobilidade internacional com o aumento que temos conseguido, através de projetos de Erasmus+, de financiamentos", sublinhou.

De acordo com o relatório anual "Erasmus+ 2018 in numbers" da Comissão Europeia, a Universidade do Porto foi a instituição de ensino superior que mais estudantes portugueses e internacionais (1.106) encaminhou para estudarem ao abrigo deste programa de mobilidade.

À Lusa, Maria de Lurdes Correia Fernandes, afirmou estar convicta de que este é, contudo, um resultado "a superar".

"Não só vamos continuar, como vamos aumentar, uma vez que o ano passado tivemos 27 projetos Erasmus+ aprovados e, este ano já vamos com 40", afirmou a responsável, adiantando já terem "partido" 1.385 estudantes da Universidade do Porto para 50 países.

Espanha, Itália, Alemanha e Polónia "têm sido os destinos de eleição" dos estudantes, mas a escolha por países de outros continentes, nomeadamente, na América do Sul e na Ásia "também se começa a notar", salientou a docente.

Segundo a responsável, a escolha da Universidade do Porto enquanto instituição de acolhimento de estudantes de mobilidade continua a ser "desigual", apesar dos "números estarem a ficar estabilizados".

"Recebemos mais estudantes do que aqueles que enviamos. O que estamos a tentar é que haja um pouco mais de equilíbrio, por um lado, não cair em exageros de mobilidade, que depois também pode prejudicar a qualidade da formação e, por outro, incentivando mais a ida dos nossos estudantes", concluiu.

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