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Cidadão pede ao Parlamento que proíba uso de perfumes em locais públicos

O documento, assinado apenas por um cidadão, quer que seja aplicada "a mesma lei do tabaco aos perfumes".

Cidadão pede ao Parlamento que proíba uso de perfumes em locais públicos

Foi entregue na Assembleia da República, no passado dia 2 de janeiro, uma petição para "proibir o uso de perfumes nos transportes públicos e locais públicos". 

O documento - uma simples folha de papel A4, manuscrita e com uma assinatura digital no fim - só tem como subscritor, Mário Gonçalves Marques dos Reis. Na declaração, o cidadão justifica a razão da petição enunciando dez argumentos.

Começando por recordar que "fumar nos transportes públicos e nos locais públicos é proibido (...) porque o fumo faz mal às vias respiratórias", Mário Reis afirma que "os químicos contidos nos perfumes fazem muito mais mal" pois têm "detergentes" e "químicos" "como o amoníaco".

Assim, o subscrito único concluiu que os perfumes "poluem o ar e tornam impossível qualquer um viajar nos transportes públicos ou aguardar nos locais públicos".

"Eu, por exemplo, começo a tossir e a asfixiar. Nem com máscara ou lenço ou outro utensílio deixo de tossir", sustenta 

Mário Reis lembra ainda que "centenas de milhares de pessoas em Portugal têm problemas respiratórios", tais como "asma, alergias, bronquites e outras". Também por isso pede que seja aplicada "a mesma lei do tabaco aos perfumes, aos detergentes, aos químicos, nos mesmos locais, proibindo o seu uso”. 

Por fim, Mário Reis evoca o artigo 13.º da Constituição da República que se refere ao princípio da igualdade. 

No site da Assembleia da República, a petição “aguarda deliberação sobre a sua admissibilidade”

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