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Madeira vai ver confronto entre "autonomistas e integracionistas"

O ex-presidente do Governo da Madeira Alberto João Jardim defendeu hoje que nas eleições regionais de 22 de setembro estarão em confronto as correntes do Estado social e do Estado assistencialista e a dos autonomistas e dos integracionistas.

Madeira vai ver confronto entre "autonomistas e integracionistas"

Alberto João Jardim considerou necessária uma revisão constitucional de modo a proporcionar à Madeira os instrumentos económico-financeiros que lhe permitam prosseguir os objetivos de uma política de natureza de Estado social e não de Estado assistencial, que "é uma espécie de Conferência de São Vicente de Paulo, uma política casuística de dar uma esmola para aguentar o problema".

"Estamos a cair num Estado assistencial, já não é um Estado social em termos de apoio aos necessitados e isso é muito perigoso porque se não houver investimento, se não houver crescimento económico, se o dinheiro for para fazer esmolas nunca se combaterá a pobreza", observou.

Para reverter essa tendência [de Estado assistencial], Alberto João Jardim defende alterações constitucionais "tendo em vista o futuro da Madeira", porque, acrescenta, "o programa do PS é de Estado assistencial, o programa do PSD é de Estado social".

"Nós temos que ter capacidade de ter os instrumentos económico-financeiros para termos investimento e Estado social, porque crescimento económico significa mais emprego, aumento da classe média e um sistema fiscal próprio com mais riqueza para distribuir", disse.

Alberto João Jardim foi presidente do PSD/Madeira entre 1974 e 2015 e presidente do Governo Regional entre 1978 e 2015.

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