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Trabalhadores da Ambiente e Jardim exigem "inspeção coordenada" à empresa

O sindicato representativo dos 1.400 trabalhadores de limpeza industrial da Ambiente e Jardim/Ambijardim/AJII exigiu hoje uma "ação coordenada" das inspeções do Trabalho, Finanças e Segurança Social na empresa por falhas na entrega dos descontos à Segurança Social.

Trabalhadores da Ambiente e Jardim exigem "inspeção coordenada" à empresa
Notícias ao Minuto

12:18 - 22/04/19 por Lusa

País Sindicato

Os trabalhadores concluem hoje três dias greve de protesto pela situação, com um desfile em Lisboa, do Saldanha até à sede da Inspeção Geral de Trabalho, na Avenida Casal Ribeiro.

"Já apresentámos uma queixa à Autoridade para as Condições de Trabalho, com documentação, e uma reclamação ao secretário de Estado do Emprego, com um dossiê de duas pastas, para que ele possa também acionar os meios que tem para resolver esta situação. Exigimos igualmente que as inspeções de Trabalho, de Finanças e de Segurança Social se coordenem para uma investigação profunda a esta empresa", disse a coordenadora nacional do Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Atividades Diversas, Vivalda Silva, à agência Lusa.

"A empresa anda constantemente a mudar o nome no recibo, o que não é muito normal", explicou a dirigente sindical, referindo que os descontos feitos aos trabalhadores desde outubro não estavam a entrar na Segurança Social.

Durante uma reunião realizada na quinta-feira, no Ministério do Trabalho, a empresa informou que a situação dos trabalhadores estava regularizada relativamente aos meses de outubro e novembro, "mas os trabalhadores o que dizem é que querem o envio dos mapas para a Segurança Social todos os meses. As pessoas estão a descontar e querem que esses descontos entrem na Segurança Social", sublinhou a responsável sindical.

Os trabalhadores da Jardim/Ambijardim, que prestam serviço de limpeza em organismos públicos, hospitais, infraestruturas transportes ferroviários, tinham realizados já protestos similares na zona do Porto, nos princípios de março.

Seguiram-se outros em Setúbal que, segundo o sindicato, tiveram como consequência, a suspensão do contrato de limpeza estabelecido pelo hospital daquela cidade com a Ambiente e Jardim/Ambijardim/ AJII.

A Lusa tentou, sem êxito, obter esclarecimentos junto da empresa.

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