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Atenção: "Tolerância zero ao uso do fogo", adverte a Proteção Civil

Perante o aumento das temperaturas que se avizinha, torna-se imperioso adotar comportamentos responsáveis e preventivos. O objetivo é evitar o pior.

Atenção: "Tolerância zero ao uso do fogo", adverte a Proteção Civil
Notícias ao Minuto

16:46 - 30/07/18 por Filipa Matias Pereira 

País Patrícia Gaspar

O verão parece – finalmente – estar a chegar. Mas com as altas temperaturas são reforçadas também as ameaças de incêndio. Por isso, até à próxima sexta-feira (dia 3 de agosto), dado o aumento da temperatura, associada à descida dos valores da humidade e à previsão de vento, “há um agravamento do risco gradual de incêndio”. A garantia é de Nuno Moreira, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Numa conferência de imprensa conjunta com a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), o responsável pela Direção Geral da Saúde (DGS) sublinhou ainda que, para além do risco de incêndio, esta previsão meteorológica tem também “impacto na saúde pública, registando-se ainda uma previsão de entrada de poeiras do Norte de África, em particular nas zonas mais a Sul”.

A palavra de ordem, acrescentou, é “tranquilidade”. Desde o dia 1 de maio, a DGS deu início ao ‘plano de contingência sazonal modo verão’ e os meios necessários estão “preparados para qualquer eventualidade”.

Recomenda-se, por isso, que sejam adotadas formas de autoproteção, nomeadamente procurar ambientes frescos, climatizados, casas arrefecidas, fechar estores e tentar não aquecer a casa como por exemplo ao ligar fornos. Nesta altura, deve ainda optar-se por beber água ao longo do dia, evitando bebidas açucaradas e alcoólicas. Revelou ainda o porta-voz da DGS que deve evitar-se a exposição direta ao calor entre as 11h e as 17h.

Se, porventura, tem de viajar de carro nas horas de menor calor, “não deixe crianças, idosos, pessoas com mobilidade reduzida ao animais no carro nem por um minuto. E tenha cuidado com atividades ao ar livre. Se temos de ter cuidado connosco, maior cuidado é preciso com pessoas vulneráveis”, ressalvou.

Já Patrícia Gaspar, o rosto da ANPC, alerta que devido à “inversão brusca da meteorologia”, foi elevado até esta terça-feia ao final do dia o “alerta especial para dispositivo de combate a incêndios rurais, sendo que atualmente temos todos os distritos Centro, Sul e Norte do país para já em alerta amarelo, excetuando-se apenas os do litoral”.

Para além disso, acrescentou, está a ser “reforçada a monitorização das zonas vulneráveis e a ser pré-posicionados meios com capacidade de intervenção”. Torna-se igualmente imperioso, conforme defendeu Patrícia Gaspar, “adequar os nossos comportamentos. Tolerância zero ao uso do fogo, em especial junto de espaços florestais”.

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