Alunos de Columbine ganham esperança graças a sobreviventes do tiroteio

Antigos alunos da Columbine High School, onde um massacre similar ao de Parkland teve lugar há quase duas décadas, afirmam ter ganhado esperança com o movimento anti-armas que eles nunca conseguiram levar a bom porto. “Eu quase fiquei entusiasmada ao antecipar que isto possa representar a mudança que nós tentámos por tanto tempo”.

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Tiago Miguel Simões
24/02/2018 00:06 ‧ 24/02/2018 por Tiago Miguel Simões

Mundo

Parkland

Depois do tiroteio que vítimou 17 pessoas na Marjory Stoneman Douglas High School em Parkland, na Flórida, os alunos da Columbine High School voltaram a ganhar esperança de serem ouvidos na sua luta contra as armas de fogo.

Columbine foi visitada pelo terror em 1999 quando num ataque semelhante ao que ocorreu em Parkland, 15 pessoas perderam a vida. Na altura, esse ‘atentado’ foi dos mais violentos registados nos Estados Unidos. Hoje já nem figura no Top 10 da história recente daquele país. Ainda assim, vidas foram tiradas e outras tantas marcadas para sempre.

“Eu quase fiquei entusiasmada ao antecipar que isto possa representar a mudança que nós tentámos por tanto tempo”, disse Anne Marie Hochhalter, que ficou paralisada há quase duas décadas, vitima do tiroteio de Columbine. “Talvez isto faça, finalmente, a cabeça de quem faz as leis. Façam alguma coisa”, afirmou ao Huffngton Post

“Tenho tanto orgulho neles e nem os conheço”, disse outro dos sobreviventes do atentado de Columbine, referindo-se ao movimento anti-armas começado pelos sobreviventes de Parkland.

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