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Tinha alergia ao Wi-Fi. Não suportou as dores e acabou com a vida

A ligação à internet sem fios foi removida na casa da adolescente, mas não na escola que frequentava.

Tinha alergia ao Wi-Fi. Não suportou as dores e acabou com a vida

Sim, pode ser-se alérgico a Wi-Fi. A essa patologia chama-se hipersensibilidade eletromagnética e era disso que sofria Jenny Fry, de 15 anos, aluna assídua e aplicada da escola de Oxfordshire, no Reino Unido.

A estudante foi encontrada morta junto da casa onde vivia, em Chadlington, a 11 de junho, mas o caso só agora veio à tona pelos media internacionais.

Jenny sofria de dores de cabeça constantes, cansaço contínuo e problemas na bexiga sempre que se encontrava em zonas transmissão de dados via wireless (sem fios).

As dores atenuaram quando o wi-fi foi removido da sua habitação, mas sempre que Jenny ia à escola voltava a sentir as habituais dores, não as suportando mais, ao ponto de se suicidar, conta o jornal britânico The Sun.

Refira-se que Jenny, por diversas vezes, pediu aos professores para estudar numa sala isolada, mas isso foi visto como arrogância pelos docentes, uma vez que a estudante era das mais brilhantes e aplicada da turma.

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